“Quando eu assumi a presidência em 2003, havia apenas 5 milhões de brasileiros no mercado de trabalho [com diploma].”
O número de ocupados com ensino superior em 2003 era de cerca de 5,5 milhões, segundo o IBGE.
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Cada barra é um tema; as cores são os vereditos.
O número de ocupados com ensino superior em 2003 era de cerca de 5,5 milhões, segundo o IBGE.
Os 2 milhões são o saldo de um único ano (2022); no mandato inteiro o Novo Caged soma 4,6 milhões de vagas formais e a Pnad, 6,4 milhões de ocupados a mais.
O número bate com os vínculos formais registrados na Rais entre jan/2023 e jun/2026, mas não é saldo líquido nem número de pessoas.
As médias estão próximas do IPCA (6,1% e 4,5%), mas o número de Bolsonaro é puxado pelo ano da pandemia (10,06% em 2021).
O número de instituições públicas de ensino superior subiu 120 entre 2000 e 2016, não 200.
Há fotos publicadas pela própria lobista com Lula em 2021 e 2022; ela é alvo da Operação Sem Desconto.
Não há denúncia do Ministério Público, mas Fábio Luís é alvo de três inquéritos da PF autorizados pelo STF.
Não há prova de conversa direta com ministro, mas há mensagens sobre almoços com um lobista e com o secretário-executivo da Saúde.
A CGU aponta indícios mais fortes a partir de 2019, mas há denúncias desde 2005 e fraudes no governo Temer; a frase omite isso.
Não havia Ministério da Previdência em 2019 (extinto entre 2016 e 2021) e os descontos indevidos já ocorriam em 2016.
O valor devolvido era de cerca de R$ 3,26 a 3,5 bilhões, a 4,8–5 milhões de pessoas, dependendo da data e da fonte.
O rombo total apurado no INSS é muito menor que R$ 100 bilhões; o valor recuperado não chega perto disso.
Cerca de 660 mil pessoas aptas ao ressarcimento ainda não haviam aderido em junho de 2026.
A fila teve pico de 3,128 milhões em fevereiro de 2026 e caiu 59%, para 1,282 milhão; 'zerar em uma semana' é promessa, não fato.
O PIB cresceu 7,53% em 2010, último ano do segundo mandato de Lula.
O PIB cresceu 3,0% em 2022 (não 1%) e já havia crescido acima de 3% em 2011, 2013 e 2021; em 2025 cresceu 2,3%.
Em 2022 o governo central teve superávit primário (0,5% a 0,6% do PIB); o déficit de 2023 foi de 2,1% a 2,4%.
A Argentina também registrou superávits primários no período.
A dívida de US$ 30 bilhões com o FMI vinha de empréstimo de 2002 (governo FHC, com aval de Lula) e foi quitada em 2005; a parcela paga antecipadamente em 2005 foi de US$ 15,5 bilhões.
O número não corresponde a nenhuma das cifras públicas: a PEC dos Precatórios abriu R$ 91,6 bilhões em 2022 e a PEC da Transição liberou R$ 145 bilhões.
A dívida pública dos EUA superou US$ 40 trilhões em agosto de 2026.
A dívida bruta do governo geral superava R$ 10 trilhões e cerca de 82% do PIB em meados de 2026.
O Brasil saiu do Mapa da Fome em 2014 (governo Dilma) e em 2025, mas sair do mapa não significa acabar com a fome: 1,2 milhão seguem em insegurança grave e 6,48 milhões passavam fome em 2024.
Foram 169 unidades nos três mandatos de Lula; o salto de instituições públicas entre 2001 e 2010 foi de 102.