“No ato de Flávio na Paulista havia um torpedo inflável com a inscrição 'Trump nuke Brazil'.”
Lula / PTQuem disse: Luiz Inácio Lula da Silva (PT), presidente da República e candidato à reeleição· Onde: Debate da Band (consórcio Band/Cultura/Gazeta/Jovem Pan/Estadão), São Paulo· Quando: · ver a declaração
Siga o fio
toque em cada etapaO Estadão Verifica confirmou a presença do inflável no ato de 18/10/2026; Flávio não comentou o objeto e disse que confrontaria os 'crimes' de Trump.
“Verdadeiro” quer dizer: A frase é confirmada pelos dados oficiais. Entenda a escala
- Quem disse:
Luiz Inácio Lula da Silva
Lado: Governo (Lula / PT)
- Onde e quando:
Debate da Band (consórcio Band/Cultura/Gazeta/Jovem Pan/Estadão), São Paulo
18/10/2026
Ver a declaração original - O que disse:
“No ato de Flávio na Paulista havia um torpedo inflável com a inscrição 'Trump nuke Brazil'.”
- Veredito: Verdadeiro
O Estadão Verifica confirmou a presença do inflável no ato de 18/10/2026; Flávio não comentou o objeto e disse que confrontaria os 'crimes' de Trump.
“Verdadeiro” quer dizer: A frase é confirmada pelos dados oficiais. Entenda a escala
- O dado real:
Data do ato e do debate: 18 out/2026 (dia) (18/10/2026)
Fonte: Estadão Verifica (via Polêmica Paraíba)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026 - Quem decide:
Participantes do ato de Flávio — exibiram o inflável
Ver o mapa de quem decide ↓ - Fontes: Ver todas as fontes ↓
O Estadão Verifica confirmou a presença do inflável no ato de 18/10/2026; Flávio não comentou o objeto e disse que confrontaria os 'crimes' de Trump.
Verdadeiro quer dizer: A frase é confirmada pelos dados oficiais. Entenda a escala
Em 3 frases
- 1
Lula citou no debate um torpedo inflável com 'Trump nuke Brazil' no ato de Flávio na Paulista, no mesmo dia.
- 2
O Estadão Verifica confirmou que o objeto estava lá.
- 3
Flávio não comentou o inflável e disse que confrontaria os 'crimes' de Trump.
Os números
O que é verdade e o que não se sustenta
O que é verdade
- O inflável com 'Trump nuke Brazil' estava no ato de Flávio em 18/10/2026.
O que não se sustenta
- Nada; a responsabilidade pelo objeto não foi atribuída à organização do ato nas notas.
Quem é responsável por isso?
Controla: exibiram o inflável
Quero entender a fundo
Estadão Verifica: VERDADEIRO. Contexto: Flávio reuniu-se com Trump, Vance e Rubio em maio de 2026, pediu ao USTR o adiamento das tarifas de 25% e recebeu Javier Milei na convenção do PL (25/07/2026); a campanha de Lula explora 'soberania' e o Pix desde o tarifaço de 2025.
Perguntas frequentes
O que outras agências disseram
- Estadão VerificaVeredito original: “VERDADEIRO” · 18/10/2026Ler a checagem
Fontes
- 1Estadão Verifica (via Polêmica Paraíba)Agência de checagem · acesso em 21/10/2026
Para ir além
Checagens relacionadas
“O governo não mandou ninguém, nem um representante, para defender o Brasil do tarifaço.”
Diplomatas brasileiros acompanharam a audiência do USTR em 07/07/2026, houve reuniões MDIC-USTR, Alckmin negociou com o secretário de Comércio, o chanceler Mauro Vieira foi a Washington, uma comitiva de senadores viajou, e Lula se reuniu com Trump por vídeo (06/10/2025) e em Kuala Lumpur (26/10/2025); três agências classificaram a frase como falsa.
“Eduardo nunca pediu tarifas contra o Brasil.”
Não há prova de pedido específico da tarifa, mas Eduardo admitiu discutir tarifas com o governo Trump e chamou a medida de 'sucesso'; a carta de Trump (09/07/2025) vinculou os 50% ao julgamento de Bolsonaro, e o próprio Flávio pediu ao USTR em 2026 que adiasse novas tarifas porque dariam 'vitória política' a Lula.
“O PL quer uma ditadura militar; se Flávio Bolsonaro ganhar, acabam as eleições.”
Como afirmação sobre o partido e o programa de 2026 a frase exagera — o plano registrado de Flávio não propõe regime militar nem suspensão de eleições e o PL disputa e vence eleições com a maior bancada do Congresso —, mas o fundador do projeto político do partido, Jair Bolsonaro, foi condenado em definitivo pelo STF por tentativa de golpe de Estado, o que torna legítima e documentada a preocupação com a aceitação da regra da maioria pelo núcleo bolsonarista.
“Me senti muito incomodado de participar de um debate com um miliciano.”
Flávio empregou a mãe e a mulher de Adriano da Nóbrega (apontado como chefe do 'Escritório do Crime') e o homenageou na Alerj em 2003-2005, quando já era acusado e preso; mas não há investigação, denúncia ou sentença que o vincule a milícia, e 'miliciano' é qualificação política sem lastro judicial.