Quanto o governo federal gastou (ou reservou no Orçamento) com o programa em cada ano.
Custo anual do Bolsa Família / Auxílio Brasil
Quanto o governo federal gastou (ou reservou no Orçamento) com o programa em cada ano.
ⓡ1 Bolsa Família jan/2004–dez/2019, soma (MDS via CNN): R$ 315 bilhões
ⓡ2 Gasto mensal Auxílio Brasil 2022: R$ 7,8 bilhões
ⓡ3 Gasto mensal 2023: R$ 14,2 bilhões
ⓡ4 Gasto mensal 2024: R$ 14,1 bilhões
ⓡ5 Gasto mensal out/2025: R$ 12,9 bilhões
ⓡ6 Custo do reajuste de out/2026 no restante de 2026: R$ 5,8 bilhões
ⓡ7 Custo anual do reajuste a partir de 2027 (não previsto no PLOA 2027): R$ 22,7 bilhões
ⓡ8 Auxílio Emergencial pago em 2020 (Portal da Transparência via Ipeadata VAL_AUXEMG): R$ 293,3 bilhões
ⓡ9 Auxílio Emergencial pago em 2021: R$ 56,9 bilhões
ⓡ10 Auxílio Emergencial pago em 2022 (residual): R$ 3,37 bilhões
ⓡ11 Auxílio Emergencial total 2020–2023 (soma da nota): R$ 353,6 bilhões
ⓡ12 Bolsa Família sujeito ao limite da LC 200 em 2026 (Relatório 3º bimestre/2026): R$ 155,8 bilhões
ⓡ13 Bolsa Família no PLOA 2027: R$ 157,1 bilhões
Custo anual do Bolsa Família / Auxílio Brasil, de 2006 a 2026 (R$ bilhões). O menor valor foi R$ 8,2 bilhões em 2006 e o maior, R$ 170,4 bilhões em 2023. O dado mais recente é R$ 158 bilhões em 2026. Fonte: Levantamentos do Poder360 (25/10/2025) com dados do Portal da Transparência; MDS via imprensa.
Os pontos misturam valores pagos e valores orçados (campo tipo). Fontes divergem: 2024 = R$ 168,2 bi (Poder360), ~R$ 170,2 bi (balanço MDS via imprensa) ou R$ 163,50 bi (Portal Transparência Brasil).
Dados de 2023–2026 vêm das notas 02 e 03; URL alternativa da nota 03: https://diariodopara.com.br/noticias/brasil/bolsa-familia-amplia-alcance-em-2024-sem-gastar-mais-que-no-ano-anterior
Não há série oficial anual em fonte primária acessada (Portal da Transparência bloqueou o acesso).
Rodada 2 (21/10/2026): a série de benefícios pagos do Portal da Transparência (Ipeadata VAL_PBF12) dá R$ 150,8 bi (2023), R$ 161,5 bi (2024) e R$ 157,1 bi (2025), abaixo dos R$ 170,4 / 168,2 / 158,6 bi desta série; são conceitos diferentes (benefícios pagos x despesa orçamentária, que inclui outros custos e benefícios extraordinários). Ver bolsa-familia-valor-pago-anual.
Auxílio Emergencial com fonte primária (Ipeadata/MDS, Portal da Transparência): R$ 293,34 bi (2020), R$ 56,89 bi (2021), R$ 3,37 bi (2022), total ≈ R$ 353,6 bi — fecha a faixa R$ 293–354 bi da rodada 1; não é número auditado pelo TCU.
IFI (RAF 115/116): em 2026 há queda das despesas com o Bolsa Família pela perda de valor real do benefício (congelado até out/2026) e pela redução do número de famílias.
O Auxílio Brasil pagou R$ 600 apenas de agosto a dezembro de 2022, por emenda constitucional temporária em ano eleitoral; o orçamento de 2023 enviado por Bolsonaro previa voltar a R$ 400, e foi a PEC da Transição e o novo Bolsa Família (mar/2023) que tornaram os R$ 600 permanentes, acrescentando R$ 150 por criança.
O benefício médio subiu de R$ 191,86 (até mar/2020) para R$ 400 com o Auxílio Brasil (nov/2021) — pouco mais que o dobro —, e só chegou a R$ 600 de agosto a dezembro de 2022, por emenda temporária; o orçamento de 2023 de Bolsonaro previa R$ 405.
O 'Gastômetro' do Estadão soma R$ 354 bilhões em medidas de 2026, mas inclui R$ 55 bilhões de renúncias fiscais e R$ 34 bilhões fora do orçamento, segundo a Lupa, que classificou a frase como exagerada; o pacote eleitoral existe (reajuste do Bolsa Família, fim da taxa das blusinhas, perdão de dívidas de MEI, Pix MEI), assim como existiu em 2022 (PEC Kamikaze de R$ 41 bilhões).
O piso de R$ 600 vigora desde agosto de 2022 e o reajuste de 15,04% de out/2026 foi o primeiro aumento geral, mas o próprio governo Lula criou em mar/2023 o adicional de R$ 150 por criança e refez o programa, de modo que 'quatro anos sem reajuste' omite que a decisão de não corrigir o piso pela inflação em 2023-2025 foi do governo atual.
O pagamento do piso reajustado (R$ 691, +15,04%) começou em 19/10/2026, seis dias antes do 2º turno de 25/10, e o custo de R$ 22,7 bilhões ao ano não estava no PLOA 2027; a ressalva é que o decreto é de 17/09/2026, o índice repõe a inflação acumulada desde mar/2023 e, em 2022, o governo Bolsonaro também elevou o benefício a R$ 600 em agosto de ano eleitoral.
Ambosfrase que circula nas redes·data não verificada
O que ainda não conseguimos confirmar3abrirfechar
Isto é transparência, não erro: são pontos que a pesquisa procurou e ainda não achou em fonte primária.
Custo anual 2007–2021 em despesa orçamentária não levantado (valores pagos de 2013–2021 em bolsa-familia-valor-pago-anual).
Série oficial 2023–2025 do Tesouro (RTN) inacessível (HTTP 429).
Relatório final do TCU com custo auditado do Auxílio Emergencial não localizado.