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Cobertura vacinal da tríplice viral (2ª dose)

Percentual de crianças com a segunda dose da vacina contra sarampo, caxumba e rubéola. Caiu para 57,6% em 2022 e subiu para 80,1% em 2024, ainda abaixo da meta de 95%.

Cobertura vacinal da tríplice viral (2ª dose)

Percentual de crianças com a segunda dose da vacina contra sarampo, caxumba e rubéola. Caiu para 57,6% em 2022 e subiu para 80,1% em 2024, ainda abaixo da meta de 95%.

  1. ⓡ1 Meta do Programa Nacional de Imunizações: 95%

Cobertura vacinal da tríplice viral (2ª dose), de 2022 a 2024 (% do público-alvo). O menor valor foi 57,6% em 2022 e o maior, 80,1% em 2024. O dado mais recente é 80,1% em 2024. Fonte: Agência Gov — municípios com mais de 95% de cobertura vacinal (jan/2025).

Fonte: Agência Gov — municípios com mais de 95% de cobertura vacinal (jan/2025)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Ver tabela (com 1 coluna extra)
Cobertura vacinal da tríplice viral (2ª dose) (% do público-alvo)
PeríodoValor (% do público-alvo)Detalhe
202257,6%municipios com meta atingida: 855
202480,1%municipios com meta atingida: 2.408

Notas de método

  • Dados do Ministério da Saúde divulgados pela Agência Gov (jan/2025). Estudo com dados do DATASUS (HU Revista/UFJF) traz 80,20% para a D2 em 2024 e 90,20% para a pólio injetável.
  • A tríplice viral não atinge 95% desde 2017; a pólio e a meningocócica, desde 2016 (IFF/Fiocruz). Entre 2010 e 2024, a tríplice viral atingiu a meta em 8 anos e a pólio em 5 (CNM).
  • Em 2024, 15 dos 16 imunizantes tiveram alta frente a 2022; BCG, tríplice viral D1 e pólio oral superaram 95%. Municípios com meta para VOP: 1.466 (2022) para 2.825 (2024). Em nov/2024 a gotinha (VOP) foi substituída pela VIP injetável.
  • Em 2025 o Ministério da Saúde considerava alto o risco de reintrodução da pólio (cobertura abaixo de 80% em diversos estados) e registrava abandono da tríplice viral acima de 50% em alguns estados.
  • Responsabilidade: calendário, compra e distribuição de vacinas são federais; aplicação nas UBS e busca ativa são municipais. A queda começou em 2016–2017 (governos Dilma/Temer), aprofundou-se em 2019–2022 (Bolsonaro, com pandemia e desinformação) e a recuperação em 2023–2024 (Lula 3) é real, mas incompleta.

Outras fontes usadas

Frases checadas com este dado

Verdadeiro, mas…

“A cobertura vacinal infantil desabou no governo Bolsonaro.”

A cobertura piorou de forma acentuada em 2019–2022 (tríplice viral D2 em 57,6% em 2022), mas a queda abaixo da meta começou em 2016–2017, nos governos Dilma e Temer, e a aplicação das vacinas é municipal.

Lula / PTAfirmação recorrente no debate eleitoral (sem autor único identificado na nota)data não verificada
O que ainda não conseguimos confirmar2abrir

Isto é transparência, não erro: são pontos que a pesquisa procurou e ainda não achou em fonte primária.

  • Série anual oficial do SI-PNI por vacina (2015–2025) não obtida; ponto de 2023 e balanço fechado de 2025 não localizados.
  • Status do certificado de eliminação do sarampo (perdido em 2019) não confirmado em fonte oficial.