Expectativa de vida ao nascer
Anos que um recém-nascido viveria, em média, mantidas as condições de mortalidade do ano. Subiu de 70,9 (2003) para 75,8 (2019), caiu na pandemia (73,0 em 2021) e voltou a 76,0 em 2024 na série da ONU/Banco Mundial (fonte substituta); pelo IBGE, 72,8 em 2021 e recorde de 76,6 em 2024.
Expectativa de vida ao nascer
Anos que um recém-nascido viveria, em média, mantidas as condições de mortalidade do ano. Subiu de 70,9 (2003) para 75,8 (2019), caiu na pandemia (73,0 em 2021) e voltou a 76,0 em 2024 na série da ONU/Banco Mundial (fonte substituta); pelo IBGE, 72,8 em 2021 e recorde de 76,6 em 2024.
Expectativa de vida ao nascer, de 2003 a 2024 (anos). O menor valor foi 70,9 anos em 2003 e o maior, 76 anos em 2024. O dado mais recente é 76 anos em 2024. Fonte: Banco Mundial/UN WPP — expectativa de vida ao nascer, SP.DYN.LE00.IN, Brasil 2003–2024.
Fonte: Banco Mundial/UN WPP — expectativa de vida ao nascer, SP.DYN.LE00.IN, Brasil 2003–2024(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026Ver tabela
| Período | Valor (anos) |
|---|---|
| 2003 | 70,9 anos |
| 2004 | 71,4 anos |
| 2005 | 71,8 anos |
| 2006 | 72,3 anos |
| 2007 | 72,7 anos |
| 2008 | 73,1 anos |
| 2009 | 73,5 anos |
| 2010 | 73,8 anos |
| 2011 | 74 anos |
| 2012 | 74,3 anos |
| 2013 | 74,6 anos |
| 2014 | 74,8 anos |
| 2015 | 75,1 anos |
| 2016 | 75,1 anos |
| 2017 | 75,4 anos |
| 2018 | 75,6 anos |
| 2019 | 75,8 anos |
| 2020 | 74,5 anos |
| 2021 | 73 anos |
| 2022 | 74,9 anos |
| 2023 | 75,8 anos |
| 2024 | 76 anos |
Notas de método
- Fonte substituta: série anual do UN WPP via Banco Mundial (SP.DYN.LE00.IN), metodologicamente distinta das Tábuas do IBGE (IBGE: 72,8 em 2021; 76,4 em 2023; 76,6 em 2024). Para o Brasil prevalece o IBGE; a série da ONU serve para a forma da curva (queda em 2020–2021, recuperação a partir de 2022).
- Tábua de Mortalidade 2024 (IBGE) divulgada em 28/11/2025: 76,6 anos (mulheres 79,9; homens 73,3).
- Responsabilidade: SUS tripartite (atenção básica municipal; alta complexidade estadual; financiamento e PNI federais); a pandemia foi o único retrocesso agudo recente.