Saldo em transações correntes (% do PIB e US$ bilhões)
Resultado das trocas do Brasil com o exterior (comércio, serviços e rendas) em cada ano; negativo significa que o país precisou de financiamento externo.
Saldo em transações correntes (% do PIB e US$ bilhões)
Resultado das trocas do Brasil com o exterior (comércio, serviços e rendas) em cada ano; negativo significa que o país precisou de financiamento externo.
- Banco Central do Brasil, SGS 23079 (% PIB) e SGS 22701 (US$ milhões, soma anual na nota)
- parcial
Saldo em transações correntes (% do PIB e US$ bilhões), de 2002 a 2026 (jan–ago; % PIB em 12 meses até ago) (% do PIB (12 meses, dezembro)). O menor valor foi -4,5% em 2014 e o maior, 1,34% em 2004. O dado mais recente é -2,47% em 2026 (jan–ago; % PIB em 12 meses até ago). Fonte: Banco Central do Brasil, SGS 23079 (% PIB) e SGS 22701 (US$ milhões, soma anual na nota).
Fonte: Banco Central do Brasil, SGS 23079 (% PIB) e SGS 22701 (US$ milhões, soma anual na nota)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026Ver tabela (com 1 coluna extra)
| Período | Valor (% do PIB (12 meses, dezembro)) | Saldo usd bilhoes |
|---|---|---|
| 2002 | -1,85% | -9,407 |
| 2003 | 0,39% | 2,193 |
| 2004 | 1,34% | 8,959 |
| 2005 | 1,31% | 11,679 |
| 2006 | 0,97% | 10,774 |
| 2007 | -0,2% | -2,754 |
| 2008 | -2,1% | -35,602 |
| 2009 | -1,75% | -29,328 |
| 2010 | -3,92% | -86,718 |
| 2011 | -3,2% | -83,576 |
| 2012 | -3,76% | -92,678 |
| 2013 | -3,58% | -88,384 |
| 2014 | -4,5% | -110,494 |
| 2015 | -3,53% | -63,409 |
| 2016 | -1,7% | -30,529 |
| 2017 | -1,22% | -25,264 |
| 2018 | -2,81% | -53,818 |
| 2019 | -3,42% | -63,96 |
| 2020 | -1,64% | -24,223 |
| 2021 | -2,36% | -39,398 |
| 2022 | -2,15% | -41,96 |
| 2023 | -1,23% | -26,981 |
| 2024 | -2,99% | -65,313 |
| 2025 | -2,96% | -67,405 |
| 2026 (jan–ago; % PIB em 12 meses até ago)(parcial) | -2,47% | -43,512 |
Notas de método
- saldo_usd_bilhoes convertido de US$ milhões (nota) para bilhões. URL da série em US$: https://api.bcb.gov.br/dados/serie/bcdata.sgs.22701/dados?formato=json
- Superávits só em 2003–2006; maior déficit em 2014 (−4,50% do PIB, recorde de US$ 110,5 bi). Em Lula 3 os déficits (1,2–3,0% do PIB) são cobertos com folga pelo IDP (ver investimento-direto-pais).