“Tem um estudo do FBI que diz que aonde há, na região onde há um grande maus-tratos de animais, há também um grande potencial de pessoas mais violentas”
Flávio Bolsonaro · Debate da TV Globo – 2º turno · 23/10/2026 · Bloco 2 — pergunta 1 · clipe g1 09:45 · fala F51
Ver no vídeo, neste minutoSiga o fio
toque em cada etapaO FBI passou a registrar crueldade animal em 2016 e uma publicação do órgão aponta ligação com violência contra pessoas, mas no nível do agressor, não de 'regiões'.
“Verdadeiro, mas…” quer dizer: O número está certo, mas a conclusão ou a culpa atribuída não se sustenta sem contexto. Entenda a escala
- Quem disse:

Flávio Bolsonaro
PL · Assistente técnico de gabinete na liderança do PPB na Câmara dos Deputados (nomeado aos 19 anos; R$ 56.548,63 só em 2001; 'quase dois anos' no cargo)
Ver a ficha de Flávio Bolsonaro → - Onde e quando:
Debate da TV Globo – 2º turno
TV Globo (mediação de César Tralli); legendas dos clipes oficiais do canal g1 no YouTube · 23/10/2026 · Bloco 2 — pergunta 1 · clipe g1 09:45
Ver todas as falas deste evento → - O que disse:
“Tem um estudo do FBI que diz que aonde há, na região onde há um grande maus-tratos de animais, há também um grande potencial de pessoas mais violentas”
- Veredito: Verdadeiro, mas…
O FBI passou a registrar crueldade animal em 2016 e uma publicação do órgão aponta ligação com violência contra pessoas, mas no nível do agressor, não de 'regiões'.
“Verdadeiro, mas…” quer dizer: O número está certo, mas a conclusão ou a culpa atribuída não se sustenta sem contexto. Entenda a escala
- O dado real:
dado ainda não verificado
- Fontes:
- FBI — 'Tracking Animal Cruelty' (NIBRS passa a registrar crueldade animal a partir de 01/01/2016; página devolveu 403, conteúdo lido só pelo índice do buscador)
- FBI Law Enforcement Bulletin — 'The Link Between Animal Cruelty and Human Violence' (página devolveu 403, conteúdo lido só pelo índice do buscador)
O FBI passou a registrar crueldade animal em 2016 e uma publicação do órgão aponta ligação com violência contra pessoas, mas no nível do agressor, não de 'regiões'.
Em 3 frases
- 1
Desde 01/01/2016, o sistema nacional de estatísticas criminais dos EUA (NIBRS, do FBI) registra crueldade contra animais como categoria própria.
- 2
Um artigo do boletim oficial do FBI descreve a crueldade animal como crime associado a violência contra pessoas (parceiras, crianças, idosos), com ressalvas.
- 3
Não foi localizado estudo do FBI sobre 'regiões' com mais maus-tratos terem pessoas mais violentas.
Os números
O que é verdade
- O FBI rastreia crueldade animal desde 2016 e associa esse crime a violência interpessoal.
O que não se sustenta
- A ideia de uma relação por região não aparece nas fontes do FBI localizadas.
Dados oficiais usados
Órgãos públicos e bases oficiais que embasam o veredito. Toque para abrir.
- Governo estrangeiroFBI — 'Tracking Animal Cruelty' (NIBRS passa a registrar crueldade animal a partir de 01/01/2016; página devolveu 403, conteúdo lido só pelo índice do buscador)(abre em nova aba)acesso em 24/10/2026
- Governo estrangeiroFBI Law Enforcement Bulletin — 'The Link Between Animal Cruelty and Human Violence' (página devolveu 403, conteúdo lido só pelo índice do buscador)(abre em nova aba)acesso em 24/10/2026
Fontes
- 1FBI — 'Tracking Animal Cruelty' (NIBRS passa a registrar crueldade animal a partir de 01/01/2016; página devolveu 403, conteúdo lido só pelo índice do buscador)Governo estrangeiro · acesso em 24/10/2026
- 2FBI Law Enforcement Bulletin — 'The Link Between Animal Cruelty and Human Violence' (página devolveu 403, conteúdo lido só pelo índice do buscador)Governo estrangeiro · acesso em 24/10/2026
O que ainda não conseguimos confirmar2abrir
Isto é transparência, não erro: são pontos que a pesquisa procurou e ainda não achou em fonte primária.
- As páginas do FBI devolveram HTTP 403; o conteúdo foi lido só pelo índice do buscador. Veredito provisório até leitura direta.
- Checagem feita apenas com fontes oficiais (governo federal, estadual, Legislativo, Judiciário, TSE, órgãos intergovernamentais e governos estrangeiros), sem imprensa nem agências de checagem, por decisão editorial desta edição.
Histórico de atualizações
24/10/2026
publicação (checagem só com fontes oficiais)