Armas de fogo com registro ativo no Sinarm (Polícia Federal)
Estoque legal de armas de pessoas físicas e jurídicas registradas na Polícia Federal. Saltou de 637,9 mil (2017) para 2,17 milhões (2025), com crescimento concentrado em 2019–2022 e quase estagnação em 2025.
Armas de fogo com registro ativo no Sinarm (Polícia Federal)
Estoque legal de armas de pessoas físicas e jurídicas registradas na Polícia Federal. Saltou de 637,9 mil (2017) para 2,17 milhões (2025), com crescimento concentrado em 2019–2022 e quase estagnação em 2025.
Armas de fogo com registro ativo no Sinarm (Polícia Federal), de 2017 a 2025 (armas registradas). O menor valor foi 637.972 armas registradas em 2017 e o maior, 2.171.213 armas registradas em 2025. O dado mais recente é 2.171.213 armas registradas em 2025. Fonte: Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026 (FBSP).
Armas de fogo com registro ativo no Sinarm (Polícia Federal) (armas registradas)
Período
Valor (armas registradas)
2017
637.972 armas registradas
2018
646.127 armas registradas
2019
1.056.670 armas registradas
2020
1.233.745 armas registradas
2021
1.490.323 armas registradas
2022
1.558.416 armas registradas
2023
2.088.048 armas registradas
2024
2.154.944 armas registradas
2025
2.171.213 armas registradas
Notas de método
Entre 2018 e 2019 a alta foi de 63,5%; entre 2017 e 2025, de 240%. Em 2025 a variação foi de +0,8%, a menor da série.
Quebra de série em 2023: o Sinarm passou a incluir as armas de caçadores, atiradores e colecionadores (CACs) antes registradas no Exército (Sigma). Por isso o salto de 2022 para 2023 não representa novas armas.
Composição em 2025: 1,1 milhão de pistolas (54,9%), 549 mil revólveres e cerca de 192 mil rifles, fuzis e carabinas. Cerca de 1 milhão de CACs possuem 1,6 milhão de armas; 3 em cada 10 registros estão vencidos.
Armas apreendidas pelas polícias estaduais: 102.812 (2024) para 108.786 (2025), +5,4%.
Responsabilidade: a flexibilização de 2019–2022 veio de decretos federais do governo Bolsonaro; o decreto de 2023 do governo Lula 3 suspendeu novos registros de CAC e transferiu o controle ao Ministério da Justiça/PF. O estoque não diminuiu, apenas parou de crescer.
Anuário 2023: armas de cidadãos comuns +116% entre 2019 e 2022; total Sinarm 1,5 milhão (+47,5%); venda de munição no varejo +159% frente a 2019.
O número de armas é verdadeiro (mais de 1 milhão de novas armas registradas em 2019-2022, segundo Sou da Paz/Igarapé; os registros no Sinarm passaram de 637.972 em 2017 para 1.558.416 em 2022); o número de munições é controverso: Aos Fatos considerou verdadeiro, o Ranking impreciso (994 milhões, Sou da Paz) e a Lupa insustentável.
Lula revogou em 2023 os decretos de Bolsonaro que ampliaram o acesso a armas e transferiu o controle de CACs à PF; a PF apreendeu 9.373 armas entre 2023 e out/2026 (+6,5% ante 2019-2022) e as polícias estaduais apreenderam 108.786 em 2025 (+5,4%); a Lupa classificou como falso/insustentável e o Aos Fatos como falso a versão sobre o Estatuto.
Reportagem do Núcleo/Aos Fatos (16/10/2026) documentou ao menos seis clubes e lojas com descontos de 22% em armas e 50% em munição .22 em campanhas de 02 a 25/10/2026 em apoio a Flávio Bolsonaro; especialistas veem propaganda irregular de pessoa jurídica, o que cabe à Justiça Eleitoral decidir.
As mortes violentas caíram de 57.592 (2018) para 47.765 (2019), cerca de 17%, mas a queda começou em 2018 (governo Temer), continuou com Lula 3 até a menor taxa desde 2012 (19,1 em 2025), e o Atlas da Violência atribui a tendência a envelhecimento populacional, políticas estaduais e ao Estatuto do Desarmamento, não ao armamento civil; o Aos Fatos classificou a relação causal como desinformação.
Registros ativos no Sinarm foram de 646.127 (2018) para 1.558.416 (2022), com +63,5% só em 2019; o estoque chegou a 2,17 milhões em 2025 e parou de crescer, mas não diminuiu, após o decreto de 2023.
Lula / PTAfirmação recorrente no debate eleitoral (sem autor único identificado na nota)·data não verificada