Óbitos acumulados por covid-19. O país passou de 100 mil mortes em agosto de 2020, de 200 mil em janeiro de 2021 e de 700 mil em março de 2023; o total chegou a 716.238 em junho de 2025.
Mortes por covid-19 no Brasil (acumulado)
Óbitos acumulados por covid-19. O país passou de 100 mil mortes em agosto de 2020, de 200 mil em janeiro de 2021 e de 700 mil em março de 2023; o total chegou a 716.238 em junho de 2025.
Mortes por covid-19 no Brasil (acumulado), de ago/2020 a jun/2025 (óbitos acumulados). O menor valor foi 100.000 óbitos acumulados em ago/2020 e o maior, 716.238 óbitos acumulados em jun/2025. O dado mais recente é 716.238 óbitos acumulados em jun/2025. Fonte: Wikipédia pt — Pandemia de COVID-19 no Brasil.
Mortes por covid-19 no Brasil (acumulado) (óbitos acumulados)
Período
Valor (óbitos acumulados)
ago/2020
100.000 óbitos acumulados
jan/2021
200.000 óbitos acumulados
mar/2023
700.239 óbitos acumulados
jun/2025
716.238 óbitos acumulados
Notas de método
Os pontos são marcos do acumulado, não uma série mensal regular. O Brasil é o 2º país em mortes absolutas (atrás dos EUA) e o 3º em casos.
Vacinação: Anvisa autorizou CoronaVac e AstraZeneca em 17/01/2021; campanha nacional em 19/01/2021; cerca de 147 milhões com ao menos uma dose em set/2021; 80% dos adultos com 2 doses ao fim de 2021. Estudo da Lancet (jun/2022) estima cerca de 1 milhão de mortes adicionais evitadas pela vacinação até dez/2021.
Em mar/2023, 19,1 milhões estavam com a 2ª dose atrasada e 68,6 milhões sem a 1ª dose de reforço. Estudo de 2022 estimou mais de 4.500 profissionais de saúde mortos.
Responsabilidade: compra de vacinas e coordenação nacional são federais; medidas de restrição foram decididas por governadores e prefeitos, com competência concorrente validada pelo STF.
Lula tomou a vacina em março de 2021 e o contrato da CoronaVac é de janeiro de 2021, no governo Bolsonaro; mas a compra só ocorreu depois de Bolsonaro dizer que não compraria, após o governo ignorar 81 e-mails da Pfizer e 11 ofertas de vacina em 2020.
Em números absolutos, sim: 700 mil mortes em 28/03/2023 (716.238 em jun/2025), atrás apenas dos EUA; em mortes por habitante o ranking é outro e não foi apurado pela nota.
Lula / PTAfirmação recorrente no debate eleitoral (sem autor único identificado na nota)·data não verificada
O Brasil passou de 700 mil mortes em 28/03/2023 (716.238 até jun/2025; os '780 mil' de Lula são falsos), o governo federal ignorou 81 e-mails da Pfizer e 11 ofertas de vacina e defendeu a cloroquina em 23 discursos, e a CPI pediu o indiciamento de Bolsonaro por nove crimes; mas os pedidos da CPI foram arquivados pela PGR, não há condenação, a gestão de lockdowns era estadual e municipal e a vacinação (iniciada em 17/01/2021) evitou cerca de 1 milhão de mortes adicionais.
Ambosfrase que circula nas redes·data não verificada