Preço médio anual da gasolina comum (ANP), 2003–2026
Média anual do preço da gasolina comum nos postos do Brasil, em reais por litro.
Preço médio anual da gasolina comum (ANP), 2003–2026
Média anual do preço da gasolina comum nos postos do Brasil, em reais por litro.
Preço médio anual da gasolina comum (ANP), 2003–2026, de 2003 a 2026 (jan–set) (R$/l). O menor valor foi 2,07 R$/l em 2003 e o maior, 6,54 R$/l em 2026 (jan–set). O dado mais recente é 6,54 R$/l em 2026 (jan–set). Fonte: ANP – Série histórica do levantamento de preços (médias mensais Brasil).
Preço médio anual da gasolina comum (ANP), 2003–2026 (R$/l)
Período
Valor (R$/l)
2003
2,07 R$/l
2004
2,14 R$/l
2005
2,34 R$/l
2006
2,55 R$/l
2007
2,51 R$/l
2008
2,5 R$/l
2009
2,51 R$/l
2010
2,57 R$/l
2011
2,73 R$/l
2012
2,74 R$/l
2013
2,85 R$/l
2014
2,98 R$/l
2015
3,34 R$/l
2016
3,68 R$/l
2017
3,77 R$/l
2018
4,41 R$/l
2019
4,38 R$/l
2020
4,28 R$/l
2021
5,78 R$/l
2022
6,11 R$/l
2023
5,5 R$/l
2024
5,93 R$/l
2025
6,24 R$/l
2026 (jan–set)
6,54 R$/l
Notas de método
Fonte: ANP, 'Série histórica do levantamento de preços' (planilhas mensal-brasil-2001-a-2012.xlsx e mensal-brasil-desde-jan2013.xlsx); média simples das médias mensais nacionais de revenda, cálculo próprio. 2020 sem ago–out (pesquisa suspensa); 2026 = jan–set. Valores nominais.
2003→2025 a gasolina subiu 200,9% nominal, abaixo do IPCA do período (232,1%, dez/2003–dez/2025, cálculo próprio).
Pontos de referência semanais (ANP): nov/2021 R$ 6,71, maior valor real em 20 anos (Poder360); fim de 2023 R$ 5,58 e fim de 2024 R$ 6,15 (+10,2% no ano); semana de 28/12/2025–03/01/2026 R$ 6,24; pico de 2026 na semana de 22–28/03 (R$ 6,78–6,83); 11–17/10/2026 R$ 6,53 (4.526 postos). Versão anterior desta série usava o preço de março de cada ano (InvestNews): mar/2003 R$ 2,215 vs média anual de 2003 R$ 2,073.
Desde 01/08/2026 a mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina comum é de 32% (Res. CNPE 9/2026, de 14/07/2026, temporária por 180 dias prorrogáveis); antes era 30% desde 01/08/2025, dentro da faixa de 22% a 35% da Lei 14.993/2024.
OutrosAfirmação recorrente em redes sociais e no debate eleitoral (sem autor único identificado nas notas)·
O Aos Fatos classificou a alegação como falsa (16/04/2026); a alta de março de 2026 acompanhou o Brent, que saltou de US$ 70,89 em fevereiro para US$ 103,13 em março e US$ 117,29 em abril com a guerra no Oriente Médio.
OutrosConteúdos virais em redes sociais (checados pelo Aos Fatos)·
A foto é falsa, segundo o Aos Fatos (16/03/2026); o pico nacional da gasolina em 2026 foi R$ 6,78–6,83 no fim de março e a média da região Norte em 11–17/10/2026 era R$ 6,94 (ANP).
OutrosConteúdos virais em redes sociais (checados pelo Aos Fatos)·
O Comprova classificou como enganosa (29/10/2022) a afirmação de que a Petrobras admitiu 'oficialmente' a contenção; não houve admissão oficial, mas a Abicom media em 28/10/2022 defasagem de 20% no diesel e 18% na gasolina sem reajuste antes do 2º turno.
Em 2022 o governo Bolsonaro e o Congresso zeraram os tributos federais (PIS/Cofins/Cide) até 31/12/2022 e limitaram o ICMS a 17–18%, a um custo estimado de R$ 64,8 bi mais R$ 27 bi de compensação aos estados; o ICMS não foi zerado e a medida era temporária.
OutrosAfirmação recorrente em redes sociais e no debate eleitoral (sem autor único identificado nas notas)·data não verificada
Em dólar, a gasolina brasileira (US$ 1,26/l em 12/10/2026) custa menos que a média mundial (US$ 1,60) e que Argentina, Chile e Europa; o Brasil é o 42º mais barato entre 170 países.
OutrosAfirmação recorrente em redes sociais e no debate eleitoral (sem autor único identificado nas notas)·data não verificada
Desde 2023 o ICMS dos combustíveis é um valor único nacional por litro fixado pelo Confaz (colegiado dos 27 estados) e reajustado anualmente com base nos preços da ANP; em 2026 subiu para R$ 1,57/l na gasolina e R$ 1,17/l no diesel.
OutrosAfirmação recorrente em redes sociais e no debate eleitoral (sem autor único identificado nas notas)·data não verificada
A gasolina ficou estável em 2026 (R$ 6,24 em janeiro, R$ 6,53 em outubro) apesar do Brent acima de US$ 100, mas com subvenções e cortes de tributos federais que somam dezenas de bilhões e com a Petrobras vendendo abaixo da paridade.
AmbosAfirmação recorrente em redes sociais e no debate eleitoral (sem autor único identificado nas notas)·data não verificada
Pela composição oficial da Petrobras (coleta ANP 11–17/10/2026), a parcela da estatal é 31,9% do preço da gasolina (R$ 2,08 de R$ 6,53) e 38,6% do diesel S10 (R$ 2,83 de R$ 7,34); o resto é distribuição e revenda, ICMS, biocombustível e impostos federais, além de haver Acelen e importadores.
OutrosAfirmação recorrente em redes sociais e no debate eleitoral (sem autor único identificado nas notas)·data não verificada