Dólares que o Banco Central guarda como colchão de segurança, em dezembro de cada ano.
Reservas internacionais (fim de ano)
Dólares que o Banco Central guarda como colchão de segurança, em dezembro de cada ano.
Banco Central do Brasil, SGS 3546 (reservas totais, mensal)
parcial
Reservas internacionais (fim de ano), de 2002 a set/2026 (US$ bilhões). O menor valor foi 37,8 US$ bilhões em 2002 e o maior, 374,7 US$ bilhões em 2018. O dado mais recente é 362,8 US$ bilhões em set/2026. Fonte: Banco Central do Brasil, SGS 3546 (reservas totais, mensal).
A última dívida com o FMI foi quitada no governo Lula 1-2 e as reservas subiram de US$ 37,8 bilhões (dez/2002) para US$ 288,6 bilhões (dez/2010), o que o Aos Fatos classificou como correto; a ressalva é que o valor é em dólares (não reais) e um pouco maior que o citado, e que as reservas seguiram subindo até US$ 373 bilhões em 2012 e estão em US$ 362,8 bilhões em 2026.
O Brasil recebeu grau de investimento das três grandes agências em 2008-2009 (S&P e Fitch em 2008; Moody's em 2009), durante o governo Lula 2 — fato classificado como correto pelo Aos Fatos; o país perdeu o grau em 2015-2016 (Dilma) e não o recuperou até out/2026, apesar de upgrades em 2023-2024.
Nenhum indicador objetivo de colapso (calote, hiperinflação, crise cambial, depressão, rating de default) aparece nos dados de out/2026; o que os números sustentam é uma deterioração fiscal real (dívida bruta em máxima da série e déficits primários) e inflação acima do teto da meta em 2024-2025, ao lado de desemprego mínimo, PIB em máxima e exportações recordes.