Prêmio de risco cobrado dos títulos brasileiros, em pontos-base; quanto maior, mais desconfiança.
Risco-país (EMBI+ Brasil) no fim de cada ano
Prêmio de risco cobrado dos títulos brasileiros, em pontos-base; quanto maior, mais desconfiança.
Ipeadata, série JPM366_EMBI366 (JP Morgan)
parcial
Risco-país (EMBI+ Brasil) no fim de cada ano, de 2002 a 2024 (até 30/07/2024) (pontos-base). O menor valor foi 142 pontos-base em 2012 e o maior, 1.445 pontos-base em 2002. O dado mais recente é 228 pontos-base em 2024 (até 30/07/2024). Fonte: Ipeadata, série JPM366_EMBI366 (JP Morgan).
Risco-país (EMBI+ Brasil) no fim de cada ano (pontos-base)
Período
Valor (pontos-base)
Maximo ano
Data maximo
Minimo ano
Data minimo
2002
1.445 pontos-base
2.443
27/09/2002
—
—
2003
463 pontos-base
1.427
—
—
—
2004
382 pontos-base
—
—
—
—
2005
311 pontos-base
—
—
—
—
2006
192 pontos-base
—
—
—
—
2007
221 pontos-base
—
—
138
jun/2007
2008
428 pontos-base
688
23/10/2008
—
—
2009
192 pontos-base
—
—
—
—
2010
189 pontos-base
—
—
—
—
2011
223 pontos-base
—
—
—
—
2012
142 pontos-base
—
—
137
—
2013
224 pontos-base
—
—
—
—
2014
259 pontos-base
318
—
—
—
2015
523 pontos-base
545
21/12/2015
—
—
2016
328 pontos-base
569
11/02/2016
—
—
2017
240 pontos-base
—
—
—
—
2018
276 pontos-base
349
—
—
—
2019
214 pontos-base
—
—
—
—
2020
260 pontos-base
476
23/03/2020
—
—
2021
326 pontos-base
375
—
—
—
2022
256 pontos-base
376
—
—
—
2023
195 pontos-base
278
—
—
—
2024 (até 30/07/2024)(parcial)
228 pontos-base
238
02/07/2024
186
16/01/2024
Notas de método
A série do Ipeadata termina em 30/07/2024 (reconfirmado em 21/10/2026); não há série sucessora no catálogo do Ipeadata.
Rodada 2 (21/10/2026): histórico de ratings 2017–2025 com datas exatas via FX Empire (fonte secundária) e 2008–2016 corroborado em mês/ano pelo Estadão Verifica (18/10/2026) e imprensa; ver série rating-soberano-eventos. Não houve rebaixamento de nota por nenhuma agência em Lula 3 (2023–out/2026): upgrades Fitch (26/07/2023, BB), S&P (19/12/2023, BB) e Moody's (01/10/2024, Ba1); perspectiva Moody's passou de positiva a estável em 30/05/2025. Únicos rebaixamentos de 2017–2025: jan–fev/2018 (S&P e Fitch para BB−), sob Temer.
Posição em out/2026: S&P BB estável; Fitch BB estável (afirmado 16/06/2026); Moody's Ba1 estável.
CDS Brasil 5 anos (Poder360, fonte dos números não identificada; secundário): 08/05/2026 116 pb (menor de Lula 3 e menor desde fev/2020); 15/05/2026 121 pb; 08/05/2025 178 pb; 15/05/2025 165 pb; pico de Lula 3 ≈ 280 pb em mar/2023; mínimo de Bolsonaro 93 pb em fev/2020. Ver série cds-brasil-5-anos.
A última dívida com o FMI foi quitada no governo Lula 1-2 e as reservas subiram de US$ 37,8 bilhões (dez/2002) para US$ 288,6 bilhões (dez/2010), o que o Aos Fatos classificou como correto; a ressalva é que o valor é em dólares (não reais) e um pouco maior que o citado, e que as reservas seguiram subindo até US$ 373 bilhões em 2012 e estão em US$ 362,8 bilhões em 2026.
O Brasil recebeu grau de investimento das três grandes agências em 2008-2009 (S&P e Fitch em 2008; Moody's em 2009), durante o governo Lula 2 — fato classificado como correto pelo Aos Fatos; o país perdeu o grau em 2015-2016 (Dilma) e não o recuperou até out/2026, apesar de upgrades em 2023-2024.
Nenhum indicador objetivo de colapso (calote, hiperinflação, crise cambial, depressão, rating de default) aparece nos dados de out/2026; o que os números sustentam é uma deterioração fiscal real (dívida bruta em máxima da série e déficits primários) e inflação acima do teto da meta em 2024-2025, ao lado de desemprego mínimo, PIB em máxima e exportações recordes.
Flávio / PLFlávio Bolsonaro·data não verificada
O que ainda não conseguimos confirmar2abrirfechar
Isto é transparência, não erro: são pontos que a pesquisa procurou e ainda não achou em fonte primária.
EMBI+ após 30/07/2024 e CDS de 5 anos em ago–out/2026 sem fonte oficial gratuita.
Datas-dia dos movimentos de rating de 2008–2016 continuam sem fonte primária (Tesouro respondeu HTTP 429; agências bloquearam).