Percentual de pessoas que procuraram trabalho e não encontraram, na média de cada ano, segundo o IBGE (série nacional iniciada em 2012).
Taxa de desocupação média anual (PNAD Contínua)
Percentual de pessoas que procuraram trabalho e não encontraram, na média de cada ano, segundo o IBGE (série nacional iniciada em 2012).
Taxa de desocupação média anual (PNAD Contínua), de 2012 a 2025 (% da força de trabalho). O menor valor foi 5,6% em 2025 e o maior, 14% em 2021. O dado mais recente é 5,6% em 2025. Fonte: IBGE, Retrospectiva PNAD Contínua 2012-2025 (publicada 30/01/2026).
Taxa de desocupação média anual (PNAD Contínua) (% da força de trabalho)
Período
Valor (% da força de trabalho)
2012
7,4%
2013
7,3%
2014
7%
2015
8,9%
2016
11,6%
2017
12,6%
2018
12,1%
2019
11,8%
2020
13,7%
2021
14%
2022
9,6%
2023
7,7%
2024
6,6%
2025
5,6%
Notas de método
Série recalculada pelo IBGE em 2025 (banco anual por visita); números publicados antes (ex.: 2016 = 11,7%, 2020 = 13,8%) diferem levemente dos atuais.
O PDF confirma explicitamente 2012, 2014, 2024 e 2025; os demais anos vieram de resumo de busca sobre o mesmo documento (via_snippet).
A nota 01 traz uma média dos quatro trimestres calculada sobre o SIDRA t4099 com valores um pouco diferentes (ex.: 2025 = 5,9%; 2021 = 13,2%); aqui prevalece a Retrospectiva oficial.
'Menor da história' significa menor da série da PNAD Contínua, iniciada em 2012. Antes disso só existe a PME (6 regiões metropolitanas), não comparável: ver desemprego-pme-anual.
2025: desocupados 6,2 milhões (média), ocupados 103 milhões, nível de ocupação 59,1% (recorde).
A RAIS do Ministério do Trabalho registra 15,3 milhões de empregos formais criados em 2003-2010; os 20 a 22 milhões só aparecem somando os anos do governo Dilma, e pelo Caged antigo os dois mandatos de Lula somam cerca de 10,9 milhões de vagas.
Segundo a Lupa, o número de ocupados com ensino superior passou de 5,5 milhões em 2003 para 25,5 milhões, aumento de 4,6 vezes — próximo das 'cinco vezes' citadas; o arredondamento é aceitável e o período abrange todos os governos desde 2003.
A taxa de desocupação de 5,1% no 4º trimestre de 2025 e a média anual de 5,6% são as menores da PNAD Contínua, mas essa série começa em 2012 — a pesquisa anterior (PME) não é comparável — e a queda vem desde 2021, com participação na força de trabalho abaixo do pico de 2019.
Pelo Novo Caged (Ipeadata), o saldo de empregos formais de 2023 a ago/2026 é de cerca de 5,5 milhões, próximo dos ~5,6 milhões de 2019-2022; os 10,6 milhões não aparecem em nenhuma base pública localizada, e as duas séries do Caged nem sequer são comparáveis entre si pela quebra de 2020.
Lula / PTPartido dos Trabalhadores (material de campanha)·data não verificada