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Taxa de desocupação por trimestre (PNAD Contínua)

Desemprego no 4º trimestre de cada ano e em trimestres de destaque (picos e mínimas).

Taxa de desocupação por trimestre (PNAD Contínua)

Desemprego no 4º trimestre de cada ano e em trimestres de destaque (picos e mínimas).

Taxa de desocupação por trimestre (PNAD Contínua), de 4T2012 a 2T2026 (% da força de trabalho). O menor valor foi 5,1% em 4T2025 e o maior, 14,9% em 3T2020. O dado mais recente é 5,4% em 2T2026. Fonte: IBGE/SIDRA, tabela 4099 (variável 4099).

Fonte: IBGE/SIDRA, tabela 4099 (variável 4099)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Ver tabela
Taxa de desocupação por trimestre (PNAD Contínua) (% da força de trabalho)
PeríodoValor (% da força de trabalho)
4T20126,9%
4T20136,2%
4T20146,6%
4T20159,1%
2T201611,4%
4T201612,1%
1T201713,9%
4T201711,9%
4T201811,7%
4T201911,1%
3T202014,9%
4T202014,2%
1T202114,9%
4T202111,1%
4T20227,9%
4T20237,4%
4T20246,2%
1T20257%
2T20255,8%
3T20255,6%
4T20255,1%
1T20266,1%
2T20265,4%

Notas de método

  • A nota lista apenas o 4º trimestre de cada ano e marcos; os demais trimestres estão no SIDRA, não transcritos.
  • 1T2026 (6,1%) foi o menor já registrado para um primeiro trimestre; comparações justas são com o mesmo trimestre do ano anterior.

Frases checadas com este dado

Exagerado

“Está todo mundo quebrando”

Há estresse financeiro real — recuperações judiciais recordes em 2025, 83,9 milhões de negativados e 81,6% das famílias endividadas em 2026 —, mas as falências caíram em 2025, o saldo de empresas é positivo, o desemprego está em mínima e a renda em recorde; 'todo mundo quebrando' generaliza indicadores de crédito para toda a economia.

OutrosRenan Santos
Verdadeiro

“Temos a maior massa salarial da história”

A massa de rendimento real habitual da PNAD Contínua foi de R$ 371,1 bilhões no trimestre até fev/2026 (usado pela Lupa) e R$ 385,6 bilhões no trimestre jun-ago/2026, maiores valores da série iniciada em 2012, com rendimento médio de R$ 3.777.

Lula / PTLuiz Inácio Lula da Silva
ExageradoVerificação pendente

“O Lula quebrou o Brasil”

Nenhum indicador objetivo de colapso (calote, hiperinflação, crise cambial, depressão, rating de default) aparece nos dados de out/2026; o que os números sustentam é uma deterioração fiscal real (dívida bruta em máxima da série e déficits primários) e inflação acima do teto da meta em 2024-2025, ao lado de desemprego mínimo, PIB em máxima e exportações recordes.

Flávio / PLFlávio Bolsonarodata não verificada