Desemprego no 4º trimestre de cada ano e em trimestres de destaque (picos e mínimas).
Taxa de desocupação por trimestre (PNAD Contínua)
Desemprego no 4º trimestre de cada ano e em trimestres de destaque (picos e mínimas).
Taxa de desocupação por trimestre (PNAD Contínua), de 4T2012 a 2T2026 (% da força de trabalho). O menor valor foi 5,1% em 4T2025 e o maior, 14,9% em 3T2020. O dado mais recente é 5,4% em 2T2026. Fonte: IBGE/SIDRA, tabela 4099 (variável 4099).
Há estresse financeiro real — recuperações judiciais recordes em 2025, 83,9 milhões de negativados e 81,6% das famílias endividadas em 2026 —, mas as falências caíram em 2025, o saldo de empresas é positivo, o desemprego está em mínima e a renda em recorde; 'todo mundo quebrando' generaliza indicadores de crédito para toda a economia.
A massa de rendimento real habitual da PNAD Contínua foi de R$ 371,1 bilhões no trimestre até fev/2026 (usado pela Lupa) e R$ 385,6 bilhões no trimestre jun-ago/2026, maiores valores da série iniciada em 2012, com rendimento médio de R$ 3.777.
A taxa de desocupação de 5,1% no 4º trimestre de 2025 e a média anual de 5,6% são as menores da PNAD Contínua, mas essa série começa em 2012 — a pesquisa anterior (PME) não é comparável — e a queda vem desde 2021, com participação na força de trabalho abaixo do pico de 2019.
Nenhum indicador objetivo de colapso (calote, hiperinflação, crise cambial, depressão, rating de default) aparece nos dados de out/2026; o que os números sustentam é uma deterioração fiscal real (dívida bruta em máxima da série e déficits primários) e inflação acima do teto da meta em 2024-2025, ao lado de desemprego mínimo, PIB em máxima e exportações recordes.