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Mortes violentas intencionais por estado (taxa 2025)

Taxa de mortes violentas intencionais por 100 mil habitantes em cada unidade da federação em 2025, com o número absoluto, a variação frente a 2024 e as mortes por intervenção policial. Amapá (42,5), Bahia (36,8) e Ceará (34,7) têm as maiores taxas; Santa Catarina (7,6) e São Paulo (7,8), as menores.

Mortes violentas intencionais por estado (taxa 2025)

Taxa de mortes violentas intencionais por 100 mil habitantes em cada unidade da federação em 2025, com o número absoluto, a variação frente a 2024 e as mortes por intervenção policial. Amapá (42,5), Bahia (36,8) e Ceará (34,7) têm as maiores taxas; Santa Catarina (7,6) e São Paulo (7,8), as menores.

Mortes violentas intencionais por estado (taxa 2025), de Brasil a Tocantins (mortes por 100 mil habitantes). O menor valor foi 7,6 mortes por 100 mil habitantes em Santa Catarina e o maior, 42,5 mortes por 100 mil habitantes em Amapá. O dado mais recente é 19,3 mortes por 100 mil habitantes em Tocantins. Fonte: Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026 (FBSP).

Fonte: Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026 (FBSP)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Ver tabela
Mortes violentas intencionais por estado (taxa 2025) (mortes por 100 mil habitantes)
PeríodoValor (mortes por 100 mil habitantes)
Brasil19,1 mortes por 100 mil habitantes
Acre21,6 mortes por 100 mil habitantes
Alagoas33,1 mortes por 100 mil habitantes
Amapá42,5 mortes por 100 mil habitantes
Amazonas18,5 mortes por 100 mil habitantes
Bahia36,8 mortes por 100 mil habitantes
Ceará34,7 mortes por 100 mil habitantes
Distrito Federal9,6 mortes por 100 mil habitantes
Espírito Santo22 mortes por 100 mil habitantes
Goiás16,5 mortes por 100 mil habitantes
Maranhão29,7 mortes por 100 mil habitantes
Mato Grosso22,9 mortes por 100 mil habitantes
Mato Grosso do Sul20,2 mortes por 100 mil habitantes
Minas Gerais12,9 mortes por 100 mil habitantes
Pará28,4 mortes por 100 mil habitantes
Paraíba24,6 mortes por 100 mil habitantes
Paraná15,5 mortes por 100 mil habitantes
Pernambuco33 mortes por 100 mil habitantes
Piauí17,1 mortes por 100 mil habitantes
Rio de Janeiro22,6 mortes por 100 mil habitantes
Rio Grande do Norte29,1 mortes por 100 mil habitantes
Rio Grande do Sul11,3 mortes por 100 mil habitantes
Rondônia28,1 mortes por 100 mil habitantes
Roraima19,5 mortes por 100 mil habitantes
Santa Catarina7,6 mortes por 100 mil habitantes
São Paulo7,8 mortes por 100 mil habitantes
Sergipe22,1 mortes por 100 mil habitantes
Tocantins19,3 mortes por 100 mil habitantes

Notas de método

  • Anuário 2026, Tabela 01. O 'valor' é a taxa de MVI por 100 mil em 2025; o campo 'detalhe' traz MVI de 2024 e 2025, taxa de 2024, variação percentual e mortes decorrentes de intervenção policial (MDIP).
  • Sete UFs tiveram alta em 2025: RN (+19,6%), RO (+7,5%), AC (+6,3%), RR (+5,8%), DF (+5,8%), MS (+4,9%) e RJ (+2,1%). Maiores quedas: AM (-32,5%), RS (-25,7%), MT (-23,2%).
  • Taxas de letalidade policial por 100 mil em 2025: Amapá 17,1; Bahia 10,6; Sergipe 8,4; Pará 7,3; menores: Roraima 0,4; DF 0,5; RS 0,7; Piauí 0,9; Amazonas 0,9.
  • Responsabilidade: polícias e presídios são estaduais; as diferenças entre UFs refletem sobretudo políticas estaduais, dinâmica de facções e demografia.

Frases checadas com este dado

Falso

“A violência explodiu no governo Lula.”

Os principais indicadores de violência caíram em 2023–2025 (MVI no menor nível da série, roubos -18,3%); subiram feminicídios, letalidade policial e golpes, mas sem 'explosão' — e a execução é estadual.

Flávio / PLAfirmação recorrente no debate eleitoral (sem autor único identificado na nota)data não verificada