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Tarifa residencial (B1) da Enel SP homologada pela ANEEL, 2010–2026: variação a cada resolução

Variação da tarifa residencial B1 (TUSD + TE, sem tributos) da Enel SP/Eletropaulo em cada resolução homologatória da ANEEL, com vigência normalmente em 4 de julho.

Tarifa residencial (B1) da Enel SP homologada pela ANEEL, 2010–2026: variação a cada resolução

Variação da tarifa residencial B1 (TUSD + TE, sem tributos) da Enel SP/Eletropaulo em cada resolução homologatória da ANEEL, com vigência normalmente em 4 de julho.

  1. ⓡ1 IPCA acumulado dez/2010–set/2026 (BCB/SGS 433): 140,8%
  2. ⓡ2 Acumulado da B1 Enel SP 2010→2026: 166,2%

Tarifa residencial (B1) da Enel SP homologada pela ANEEL, 2010–2026: variação a cada resolução, de jul/2011 a jul/2026 (% (variação da tarifa B1 homologada)). O menor valor foi -18,2% em jan/2013 e o maior, 28,1% em mar/2015. O dado mais recente é 8,9% em jul/2026. Fonte: ANEEL Dados Abertos – Tarifas de aplicação das distribuidoras (CSV gerado em 21/10/2026).

Sem valor verificado para: jul/2010.

Fonte: ANEEL Dados Abertos – Tarifas de aplicação das distribuidoras (CSV gerado em 21/10/2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Ver tabela (com 2 colunas extras)
Tarifa residencial (B1) da Enel SP homologada pela ANEEL, 2010–2026: variação a cada resolução (% (variação da tarifa B1 homologada))
PeríodoValor (% (variação da tarifa B1 homologada))Resolução (REH)Tarifa b1 rs mwh
jul/2010sem valorREH 1.025, de 29/06/2010296,51
jul/2011-9,4%REH 1.317, de 02/07/2012 (retroativa a 04/07/2011)268,68
jul/20128,4%REH 1.319, de 03/07/2012291,14
jan/2013-18,2%REH 1.436, de 24/01/2013 (revisão extraordinária, MP 579)238,01
jul/20130,2%REH 1.563, de 02/07/2013238,44
jul/201417,9%REH 1.759, de 03/07/2014281,17
jan/20153,2%REH 1.844, de 05/01/2015290,16
mar/201528,1%REH 1.858, de 27/02/2015 (revisão extraordinária)371,82
jul/201517,3%REH 1.920, de 30/06/2015436,11
jul/2016-7,3%REH 2.103, de 28/06/2016404,43
abr/2017-1,3%REH 2.214, de 28/03/2017399,06
jul/20175,2%REH 2.263, de 27/06/2017419,61
jul/201815,3%REH 2.412, de 03/07/2018483,63
jul/20196,6%REH 2.568, de 02/07/2019515,59
jul/20203,6%REH 2.719, de 30/06/2020534,19
jul/202111,3%REH 2.890, de 29/06/2021594,49
jul/202210,4%REH 3.053, de 28/06/2022656,49
jul/2023-1,1%REH 3.215, de 27/06/2023649,1
jul/2024-2%REH 3.339, de 02/07/2024636,24
jul/202514%REH 3.477, de 01/07/2025725,18
jul/20268,9%REH 3.596, de 03/07/2026789,38

Notas de método

  • Fonte: ANEEL Dados Abertos, 'Tarifas de aplicação das distribuidoras' (CSV gerado em 21/10/2026), filtro agente ELETROPAULO, subgrupo B1, modalidade Convencional, subclasse Residencial; variação é cálculo próprio sobre a tarifa homologada, não o 'efeito médio' divulgado pela ANEEL (2021: 11,3% na B1 vs 11,38% BT; 2025: 14,0% vs 13,47% BT; 2026: 8,9% vs 9,02% B1).
  • Efeitos médios divulgados pela ANEEL/imprensa: 2021 +9,44% (BT 11,38%, AT 3,67%); 2025 +13,94% (AT 15,77%, BT 13,47%; encargos +6,44 p.p., retirada de financeiros +7,97, financeiros atuais -2,35, energia +1,38, Parcela B +1,02, transmissão -0,52); 2026 +10,18% (B1 9,02%, BT 8,97%, AT 15,00%; itens financeiros 6,46 p.p., Parcela B 0,37 p.p.). A reunião de 2026 foi em 30/06; a REH 3.596 é datada de 03/07/2026.
  • O campo 'tarifa_b1_rs_mwh' traz a tarifa B1 em R$/MWh sem tributos; o ponto jul/2010 é a base (variação nula). Em 2023 e 2024 a tarifa residencial da Enel SP caiu nominalmente; o salto de 2025 veio após dois anos de queda. Acumulado 2010→2026: +166,2% contra IPCA de ~140,8% (dez/2010–set/2026), cálculo próprio.
  • Em 2010 a B1 da Enel SP (R$ 296,51) era 13,5% menor que a média simples nacional (R$ 342,89); em 2026 (R$ 789,38 vs R$ 838,53) é 5,9% menor.

Frases checadas com este dado

Falta contexto

“A conta de luz subiu por culpa do governo federal.”

A ANEEL homologa cada reajuste e os principais motores de 2025–2026 foram encargos (CDE) criados por leis de vários governos e itens financeiros; o governo Lula ampliou subsídios pagos via CDE, mas não fixa a tarifa.

OutrosAfirmação recorrente em redes sociais e no debate eleitoral (sem autor único identificado nas notas)data não verificada
Impreciso

“A Enel aumentou a conta de luz em São Paulo para lucrar mais.”

Os reajustes de 13,94% (2025) e 10,18% (2026) foram homologados pela ANEEL e vieram de encargos e itens financeiros; a parcela que remunera a Enel subiu 1,02% e 0,37 p.p.

OutrosAfirmação recorrente em redes sociais e no debate eleitoral (sem autor único identificado nas notas)data não verificada
Falso

“O governo já cassou a concessão da Enel em São Paulo.”

Em 21/10/2026 não havia decisão: em 06/10/2026 duas diretoras da ANEEL votaram por recomendar a caducidade, um diretor pediu vista (prazo de 60 dias) e a palavra final cabe ao MME, que fala em solução 'negociada'.

OutrosAfirmação recorrente em redes sociais e no debate eleitoral (sem autor único identificado nas notas)data não verificada
O que ainda não conseguimos confirmar2abrir

Isto é transparência, não erro: são pontos que a pesquisa procurou e ainda não achou em fonte primária.

  • Dados brutos baixados na rodada 2 de enriquecimento (21/10/2026); valores calculados sobre base oficial estão indicados como cálculo próprio na nota.
  • Tarifas anteriores a 2010 não constam da base da ANEEL.