A ANEEL homologa cada reajuste e os principais motores de 2025–2026 foram encargos (CDE) criados por leis de vários governos e itens financeiros; o governo Lula ampliou subsídios pagos via CDE, mas não fixa a tarifa.
OutrosAfirmação recorrente em redes sociais e no debate eleitoral (sem autor único identificado nas notas)·data não verificada
Os reajustes de 13,94% (2025) e 10,18% (2026) foram homologados pela ANEEL e vieram de encargos e itens financeiros; a parcela que remunera a Enel subiu 1,02% e 0,37 p.p.
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Em 21/10/2026 não havia decisão: em 06/10/2026 duas diretoras da ANEEL votaram por recomendar a caducidade, um diretor pediu vista (prazo de 60 dias) e a palavra final cabe ao MME, que fala em solução 'negociada'.
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