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“A conta de luz subiu por culpa do governo federal.”

OutrosQuem disse: Afirmação recorrente em redes sociais e no debate eleitoral (sem autor único identificado nas notas)· Onde: redes sociais e debate eleitoral· Quando: data não verificada

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4. Veredito
Falta contexto

A ANEEL homologa cada reajuste e os principais motores de 2025–2026 foram encargos (CDE) criados por leis de vários governos e itens financeiros; o governo Lula ampliou subsídios pagos via CDE, mas não fixa a tarifa.

“Falta contexto” quer dizer: Omite informação que muda a leitura. Entenda a escala

  1. Quem disse:

    Afirmação recorrente em redes sociais e no debate eleitoral (sem autor único identificado nas notas)

    Lado: Outros

  2. Onde e quando:

    redes sociais e debate eleitoral

    data não verificada

    link da declaração ainda não verificado

  3. O que disse:

    “A conta de luz subiu por culpa do governo federal.”

  4. Veredito: Falta contexto

    A ANEEL homologa cada reajuste e os principais motores de 2025–2026 foram encargos (CDE) criados por leis de vários governos e itens financeiros; o governo Lula ampliou subsídios pagos via CDE, mas não fixa a tarifa.

    “Falta contexto” quer dizer: Omite informação que muda a leitura. Entenda a escala

  5. O dado real:

    Efeito médio dos reajustes em 2025: 7% (2025)

    Fonte: ANEEL – Boletim InfoTarifa nº 3, dez/2025 (PDF)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
  6. Quem decide:

    Congresso Nacional — cria encargos e subsídios pagos via CDE

    Também: Congresso Nacional, Governo federal (Lula), Governo Bolsonaro e Congresso, Estados, Distribuidoras

    Ver o mapa de quem decide ↓
  7. Fontes: Ver todas as fontes ↓
Veredito
Falta contexto

A ANEEL homologa cada reajuste e os principais motores de 2025–2026 foram encargos (CDE) criados por leis de vários governos e itens financeiros; o governo Lula ampliou subsídios pagos via CDE, mas não fixa a tarifa.

Falta contexto quer dizer: Omite informação que muda a leitura. Entenda a escala

Em 3 frases

  1. 1

    Quem aprova o reajuste de cada distribuidora é a ANEEL, não o Planalto, e a agência atribuiu as altas de 2025 e 2026 principalmente à CDE e a itens financeiros.

  2. 2

    A CDE é criada e ampliada por leis do Congresso sancionadas por vários governos; em 2025 o governo Lula ampliou a Tarifa Social, cujo custo (R$ 10,4 bi em 2026) é pago pelos demais consumidores.

  3. 3

    Os estados fixam o ICMS (média de 18%) e a cor da bandeira depende da chuva, então culpar um só governo por um reajuste é simplificar demais.

Os números

Efeito médio dos reajustes em 2025
7%
% · referente a 2025
+2,6 p.p.em relação a IPCA 2025 (4,4%)
Fonte: ANEEL – Boletim InfoTarifa nº 3, dez/2025 (PDF)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Projeção de alta em 2026 (InfoTarifa jun/2026)
8,6%
% · referente a 2026
+3,7 p.p.em relação a IPCA projetado (4,9%)
Fonte: SBT News – Conta de luz deve subir 8,6% em 2026, acima da inflação (12/06/2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Contribuição dos encargos setoriais no reajuste médio de 2025
4,1 p.p.
p.p. · referente a 2025
Fonte: ANEEL – Boletim InfoTarifa nº 3, dez/2025 (PDF)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Reajuste Enel SP 2025
13,9%
% · referente a jul/2025
+12,9 p.p.em relação a Parcela B (distribuidora) (1,02%)
Fonte: Poder360 – ANEEL aprova reajuste médio de 13,94% nas tarifas da Enel SP(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Reajuste Enel SP 2026
10,2%
% · referente a jul/2026
+3,72 p.p.em relação a Itens financeiros (p.p.) (6,46%)
Fonte: Agência iNFRA – ANEEL aprova reajuste de 10,18% nas tarifas da Enel SP (30/06/2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
CDE 2026 (proposta)
52,7 R$ bilhões
R$ bilhões · referente a 2026
+3,5 R$ bilhõesem relação a CDE 2025 (49,2 R$ bilhões)
Fonte: Agência iNFRA – Orçamento da CDE 2026 (05/12/2025)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Tarifa Social na CDE 2026
10,4 R$ bilhões
R$ bilhões · referente a 2026
+2,6 R$ bilhõesem relação a 2024 (7,8 R$ bilhões)
Fonte: Cenário Energia – CDE 2026 deve chegar a R$ 52,7 bilhões (05/12/2025)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
ICMS médio sobre a tarifa residencial
18%
% · referente a dez/2025
Fonte: ANEEL – Boletim InfoTarifa nº 3, dez/2025 (PDF)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
CDE 2026 na base oficial da ANEEL
52,7 R$ bilhões
R$ bilhões · referente a 2026
+38,5 R$ bilhõesem relação a 2013 (14,1 R$ bilhões)
Fonte: ANEEL Dados Abertos – CDE, custeio dos benefícios tarifários (CSV gerado em 01/10/2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Tarifa B1 média simples das distribuidoras
838,5 R$/MWh
R$/MWh · referente a 2026 (até out)
+47,7 R$/MWhem relação a 2025 (790,8 R$/MWh)
Fonte: ANEEL Dados Abertos – Tarifas de aplicação das distribuidoras (CSV gerado em 21/10/2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Alta da B1 média simples 2010→2025
130,6%
% · referente a 2010–2025
−1 p.p.em relação a IPCA dez/2010–dez/2025 (131,6%)
Fonte: ANEEL Dados Abertos – Tarifas de aplicação das distribuidoras (CSV gerado em 21/10/2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026

Como isso evoluiu

Tarifa residencial de energia x inflação (variação acumulada por janela)

Quanto a tarifa residencial de energia subiu em diferentes janelas de tempo, comparada ao IPCA do mesmo período, em métricas distintas.

Tarifa residencial de energia x inflação (variação acumulada por janela), de 2001–2019 a 2010–2026 (Enel SP) (% acumulado no período). O menor valor foi 130,6% em 2010–2025 e o maior, 269% em 2003–2024. O dado mais recente é 166,2% em 2010–2026 (Enel SP). Fonte: Poder360/Abraceel – Tarifa de energia sobe 45% acima da inflação em 15 anos (09/06/2025).

Fonte: Poder360/Abraceel – Tarifa de energia sobe 45% acima da inflação em 15 anos (09/06/2025)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Ver tabela
Tarifa residencial de energia x inflação (variação acumulada por janela) (% acumulado no período)
PeríodoValor (% acumulado no período)
2001–2019230%
2003–2024269%
2010–2024177%
2010–2025130,6%
2010–2026144,5%
2010–2026 (Enel SP)166,2%

Tarifa residencial (B1) da Enel SP homologada pela ANEEL, 2010–2026: variação a cada resolução

Variação da tarifa residencial B1 (TUSD + TE, sem tributos) da Enel SP/Eletropaulo em cada resolução homologatória da ANEEL, com vigência normalmente em 4 de julho.

Tarifa residencial (B1) da Enel SP homologada pela ANEEL, 2010–2026: variação a cada resolução, de jul/2011 a jul/2026 (% (variação da tarifa B1 homologada)). O menor valor foi -18,2% em jan/2013 e o maior, 28,1% em mar/2015. O dado mais recente é 8,9% em jul/2026. Fonte: ANEEL Dados Abertos – Tarifas de aplicação das distribuidoras (CSV gerado em 21/10/2026).

Sem dado verificado para: jul/2010.

Fonte: ANEEL Dados Abertos – Tarifas de aplicação das distribuidoras (CSV gerado em 21/10/2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Ver tabela
Tarifa residencial (B1) da Enel SP homologada pela ANEEL, 2010–2026: variação a cada resolução (% (variação da tarifa B1 homologada))
PeríodoValor (% (variação da tarifa B1 homologada))
jul/2011-9,4%
jul/20128,4%
jan/2013-18,2%
jul/20130,2%
jul/201417,9%
jan/20153,2%
mar/201528,1%
jul/201517,3%
jul/2016-7,3%
abr/2017-1,3%
jul/20175,2%
jul/201815,3%
jul/20196,6%
jul/20203,6%
jul/202111,3%
jul/202210,4%
jul/2023-1,1%
jul/2024-2%
jul/202514%
jul/20268,9%

Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) por ano, 2013–2026

Orçamento anual da CDE, o fundo de subsídios do setor elétrico pago principalmente pelos consumidores na conta de luz (R$ bilhões nominais).

Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) por ano, 2013–2026, de 2013 a 2027 (R$ bilhões). O menor valor foi 14,1 R$ bilhões em 2013 e o maior, 55,1 R$ bilhões em 2027. O dado mais recente é 55,1 R$ bilhões em 2027. Fonte: ANEEL Dados Abertos – CDE, custeio dos benefícios tarifários (CSV gerado em 01/10/2026).

Fonte: ANEEL Dados Abertos – CDE, custeio dos benefícios tarifários (CSV gerado em 01/10/2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Ver tabela
Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) por ano, 2013–2026 (R$ bilhões)
PeríodoValor (R$ bilhões)
201314,1 R$ bilhões
201418,1 R$ bilhões
201525,3 R$ bilhões
201618,3 R$ bilhões
201716 R$ bilhões
201820,1 R$ bilhões
201920,2 R$ bilhões
202021,9 R$ bilhões
202123,9 R$ bilhões
202232,1 R$ bilhões
202335 R$ bilhões
202437,2 R$ bilhões
202549,2 R$ bilhões
202652,7 R$ bilhões
202755,1 R$ bilhões

Tarifa residencial (B1) média das distribuidoras do Brasil, 2010–2026

Média simples da tarifa residencial B1 convencional (TUSD + TE, sem tributos) homologada pela ANEEL para as distribuidoras com vigência iniciada em cada ano.

Tarifa residencial (B1) média das distribuidoras do Brasil, 2010–2026, de 2010 a 2026 (até out) (R$/MWh). O menor valor foi 311,3 R$/MWh em 2013 e o maior, 838,5 R$/MWh em 2026 (até out). O dado mais recente é 838,5 R$/MWh em 2026 (até out). Fonte: ANEEL Dados Abertos – Tarifas de aplicação das distribuidoras (CSV gerado em 21/10/2026).

Fonte: ANEEL Dados Abertos – Tarifas de aplicação das distribuidoras (CSV gerado em 21/10/2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Ver tabela
Tarifa residencial (B1) média das distribuidoras do Brasil, 2010–2026 (R$/MWh)
PeríodoValor (R$/MWh)
2010342,9 R$/MWh
2011372 R$/MWh
2012373,1 R$/MWh
2013311,3 R$/MWh
2014352,5 R$/MWh
2015450,2 R$/MWh
2016458,3 R$/MWh
2017493,5 R$/MWh
2018554,2 R$/MWh
2019574 R$/MWh
2020593,5 R$/MWh
2021628,7 R$/MWh
2022688,8 R$/MWh
2023718,7 R$/MWh
2024728,4 R$/MWh
2025790,8 R$/MWh
2026 (até out)838,5 R$/MWh

O que é verdade e o que não se sustenta

O que é verdade

  • Os encargos (CDE) foram o principal motor dos reajustes de 2025 e 2026, segundo a ANEEL.
  • A CDE é definida por lei; o governo Lula ampliou a Tarifa Social em 2025, paga pela CDE, e a proposta de CDE para 2026 cresce para R$ 52,7 bi.
  • A conta sobe acima da inflação há mais de uma década.
  • A CDE cresceu de R$ 14,12 bi (2013) para R$ 52,66 bi (2026) na base oficial da ANEEL, atravessando os governos Dilma, Temer, Bolsonaro e Lula.

O que não se sustenta

  • O governo federal não fixa a tarifa de nenhuma distribuidora: quem homologa é a ANEEL.
  • Os encargos vêm de leis de vários governos e do Congresso (inclusive a Lei 14.182/2021, do governo Bolsonaro, com térmicas obrigatórias).
  • ICMS é estadual e a bandeira depende da chuva.

Quem é responsável por isso?

Energia
  • Controla: homologa reajustes e define bandeiras

Quero entender a fundo

O que a frase diz

Que a alta da conta de luz é responsabilidade do governo federal.

O que o registro mostra

  • Quem decide: a tarifa de cada distribuidora é homologada pela ANEEL em reunião pública (ex.: Enel SP 2026, aprovado em 30/06/2026). O governo federal não fixa tarifa.
  • Por que subiu: a ANEEL atribui o efeito médio de 7,0% em 2025 (IPCA 4,4%) 'principalmente devido ao aumento da CDE (Uso e GD)' e a alta projetada de 8,6% a 9,4% em 2026 'principalmente pelo aumento da Conta de Desenvolvimento Energético'. Na Enel SP, os reajustes de 13,94% (2025) e 10,18% (2026) vieram de encargos e itens financeiros; a parcela da distribuidora subiu 1,02% e 0,37 p.p.
  • O que é do governo federal e do Congresso: a CDE é definida em lei. A proposta para 2026 soma R$ 52,7 bi, com Tarifa Social de R$ 10,4 bi (+33%, ampliada pela MP 1.300/2025 do governo Lula), fontes incentivadas R$ 19,6 bi e geração distribuída R$ 6,8 bi (+87%). A Lei 14.182/2021 (governo Bolsonaro e Congresso) obrigou a contratação de térmicas que associações estimam custar dezenas de bilhões. A Lei 15.269/2025 (governo Lula e Congresso) criou um teto para a CDE a partir de 2027.
  • O que não é do governo federal: o ICMS (estados, alíquota média de 18,0%), a cor da bandeira (hidrologia) e a qualidade do serviço da distribuidora.

Veredito

Falta contexto. Há responsabilidade federal e do Congresso pelos encargos que puxaram os reajustes, inclusive por decisões do governo atual (Tarifa Social via CDE), mas a tarifa é homologada pela ANEEL e os encargos resultam de leis acumuladas por vários governos.

Atualização (rodada 2)

A base ANEEL Dados Abertos confirma a CDE de 2026 em R$ 52,66 bi (R$ 47,79 bi via quotas de uso) e mostra a trajetória: R$ 14,12 bi (2013), 20,05 (2018), 32,10 (2022), 34,99 (2023), 37,17 (2024), 49,23 (2025). A média simples da tarifa B1 das distribuidoras subiu 130,6% entre 2010 e 2025, praticamente o IPCA (131,6%), e 144,5% até out/2026; ou seja, a alta acima da inflação é um fenômeno de 2025–2026, puxado pela CDE.

Perguntas frequentes

Há responsáveis identificáveis: o Congresso e os governos que criaram encargos por lei (CDE), a ANEEL que homologa, os estados pelo ICMS e as distribuidoras pela qualidade. O que não se sustenta é atribuir um reajuste anual a uma única pessoa ou governo.

Indiretamente: a gratuidade até 80 kWh (Lei 15.235/2025) é paga pela CDE, cobrada dos demais consumidores; a Tarifa Social sobe de R$ 7,8 bi (2024) para R$ 10,4 bi (2026). O mesmo governo criou o teto da CDE a partir de 2027.

O que outras agências disseram

  • Comprova
    Veredito original: “explicador (sem veredito)” · 17/10/2024
    Ler a checagem

Fontes

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5
  6. 6
  7. 7
  8. 8
    Planalto – Lei 15.235/2025
    Oficial · acesso em 21/10/2026
  9. 9
    Planalto – Lei 15.269/2025
    Oficial · acesso em 21/10/2026
  10. 10
  11. 11
  12. 12
  13. 13
  14. 14
Ver a nota bruta da pesquisa no GitHub

Para ir além

Checagens relacionadas

Falso

“Foi o governo Lula que privatizou a Eletrobras.”

A Eletrobras foi privatizada pela Lei 14.182/2021, de MP do governo Bolsonaro aprovada pelo Congresso em junho de 2021, e pela oferta de ações de junho de 2022; o governo Lula só tomou posse em 2023.

OutrosAfirmação recorrente em redes sociais e no debate eleitoral (sem autor único identificado nas notas)data não verificada
Insustentável

“A privatização da Eletrobras vai reduzir a conta de luz em 7,36%.”

Era uma estimativa do governo; a ANEEL registra efeitos nos dois sentidos (alívio via R$ 32 bi à CDE; alta via descotização e térmicas obrigatórias) e não existe balanço oficial do efeito líquido.

Flávio / PLGoverno Bolsonaro (estimativa oficial divulgada em 2021–2022)data não verificada
Falso

“A bandeira vermelha na conta de luz é decisão política do governo.”

A bandeira é definida pela ANEEL com critério hidrológico e de uso de térmicas; a cor depende de chuva e reservatórios, e em 2026 foi verde de janeiro a abril, amarela de maio a setembro e verde em outubro.

OutrosAfirmação recorrente em redes sociais e no debate eleitoral (sem autor único identificado nas notas)data não verificada
Verdadeiro, mas…

“A conta de luz sobe acima da inflação há mais de uma década.”

Pela Abraceel (2003–2024: +269% vs IPCA 218%) e pela ANEEL (2001–2019: +230% vs 189%) a tarifa subiu acima da inflação, e em 2025–2026 sobe de novo acima; mas a média simples da tarifa B1 das distribuidoras na base ANEEL acompanhou o IPCA entre 2010 e 2025 (130,6% vs 131,6%), então a resposta depende da base e da métrica.

OutrosAfirmação recorrente em redes sociais e no debate eleitoral (sem autor único identificado nas notas)data não verificada

Atualizado em

Histórico de alterações
  • — publicação
  • — rodada 2: CDE 2013–2026 oficial, média B1 nacional, checagem externa Comprova
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