“Essa homenagem foi feita há mais de 20 anos; ele não tinha feito absolutamente nada de errado.”
Flávio / PLQuem disse: Flávio Bolsonaro (PL), senador (RJ) e candidato à Presidência· Onde: Entrevista ao Jornal Nacional (TV Globo)· Quando: · ver a declaração
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toque em cada etapaA homenagem é de fato antiga (moção em 2003, Medalha Tiradentes em 2005), mas Adriano da Nóbrega já era acusado desde maio de 2003, foi preso por homicídio em 2004 e condenado em 2005, quando recebeu a medalha.
“Falso” quer dizer: Contradito pelos dados oficiais. Entenda a escala
- Quem disse:

Flávio Bolsonaro
PL · Assistente técnico de gabinete na liderança do PPB na Câmara dos Deputados (nomeado aos 19 anos; R$ 56.548,63 só em 2001; 'quase dois anos' no cargo)
Lado: Oposição (Flávio Bolsonaro / PL)
Ver a ficha de Flávio Bolsonaro → - Onde e quando:
Entrevista ao Jornal Nacional (TV Globo)
28/08/2026
Ver a declaração original - O que disse:
“Essa homenagem foi feita há mais de 20 anos; ele não tinha feito absolutamente nada de errado.”
Também circula como: Adriano da Nóbrega era um policial exemplar quando Flávio o homenageou
- Veredito: Falso
A homenagem é de fato antiga (moção em 2003, Medalha Tiradentes em 2005), mas Adriano da Nóbrega já era acusado desde maio de 2003, foi preso por homicídio em 2004 e condenado em 2005, quando recebeu a medalha.
“Falso” quer dizer: Contradito pelos dados oficiais. Entenda a escala
- O dado real:
Ano da primeira acusação contra Adriano: 2.003 ano (maio) (2003)
Fonte: Agência Lupa(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026 - Quem decide:
Flávio Bolsonaro — autor da moção e da medalha; autor da frase
Também: Alerj
Ver o mapa de quem decide ↓ - Fontes: Ver todas as fontes ↓
A homenagem é de fato antiga (moção em 2003, Medalha Tiradentes em 2005), mas Adriano da Nóbrega já era acusado desde maio de 2003, foi preso por homicídio em 2004 e condenado em 2005, quando recebeu a medalha.
Falso quer dizer: Contradito pelos dados oficiais. Entenda a escala
Em 3 frases
- 1
Flávio propôs homenagem ao policial Adriano da Nóbrega em 2003; a medalha foi entregue em 2005.
- 2
Em 2005 Adriano já estava preso por homicídio e tinha sido condenado; a primeira acusação é de maio de 2003.
- 3
Por isso a Lupa considerou verdadeiro que a homenagem é antiga e falso que ele 'não tinha feito nada de errado'.
Os números
O que é verdade e o que não se sustenta
O que é verdade
- A homenagem tem mais de 20 anos: moção em 2003 e medalha em 2005.
O que não se sustenta
- 'Não tinha feito nada de errado': Adriano já era acusado (2003), estava preso (2004) e tinha condenação por homicídio (2005) quando recebeu a medalha.
Quem é responsável por isso?
Controla: autor da moção e da medalha; autor da frase
Quero entender a fundo
No Jornal Nacional (28/08/2026), Flávio Bolsonaro afirmou que a homenagem a Adriano da Nóbrega 'foi feita há mais de 20 anos' (Lupa: VERDADEIRO, moção em 2003 e medalha em 2005) e que ele 'não tinha feito absolutamente nada de errado' (Lupa: FALSO). Adriano foi acusado pela primeira vez em maio de 2003, preso por homicídio em 2004 e condenado em 2005, ano em que recebeu a Medalha Tiradentes da Alerj por indicação de Flávio. Adriano é apontado como chefe do 'Escritório do Crime'; sua mãe e sua mulher trabalharam no gabinete de Flávio até 2018.
Perguntas frequentes
O que outras agências disseram
- Agência LupaVeredito original: “VERDADEIRO ('há mais de 20 anos') e FALSO ('nada de errado')” · 28/08/2026Ler a checagem
Fontes
- 1Agência LupaAgência de checagem · acesso em 21/10/2026
- 2Wikipédia: Flávio Bolsonaro (índice com fontes primárias)Imprensa · acesso em 21/10/2026
Para ir além
Também buscado como
Checagens relacionadas
“Flávio deu emprego para a irmã e para a mulher do cara que é do Escritório do Crime.”
É verdade que Flávio empregou em seu gabinete na Alerj, até 2018, a mãe e a mulher de Adriano da Nóbrega, apontado como chefe do 'Escritório do Crime'; Lula errou o parentesco ('irmã') e, em outra ocasião, o local ('no Senado').
“Me senti muito incomodado de participar de um debate com um miliciano.”
Flávio empregou a mãe e a mulher de Adriano da Nóbrega (apontado como chefe do 'Escritório do Crime') e o homenageou na Alerj em 2003-2005, quando já era acusado e preso; mas não há investigação, denúncia ou sentença que o vincule a milícia, e 'miliciano' é qualificação política sem lastro judicial.
“O PL quer uma ditadura militar; se Flávio Bolsonaro ganhar, acabam as eleições.”
Como afirmação sobre o partido e o programa de 2026 a frase exagera — o plano registrado de Flávio não propõe regime militar nem suspensão de eleições e o PL disputa e vence eleições com a maior bancada do Congresso —, mas o fundador do projeto político do partido, Jair Bolsonaro, foi condenado em definitivo pelo STF por tentativa de golpe de Estado, o que torna legítima e documentada a preocupação com a aceitação da regra da maioria pelo núcleo bolsonarista.
“O Brasil tem recorde de empresas fechando: 2,8 milhões de CNPJs encerrados em 2025”
É verdade que 2,8 milhões de CNPJs foram encerrados em 2025, mas 5,1 milhões foram abertos — recorde de abertura — e o saldo líquido ficou positivo em cerca de 2,2 milhões; o que bateu recorde foram as recuperações judiciais (5.680 empresas), não os fechamentos nem as falências (734 em 2025).
Histórico de atualizações
21/10/2026
publicação