Flávio empregou a mãe e a mulher de Adriano da Nóbrega (apontado como chefe do 'Escritório do Crime') e o homenageou na Alerj em 2003-2005, quando já era acusado e preso; mas não há investigação, denúncia ou sentença que o vincule a milícia, e 'miliciano' é qualificação política sem lastro judicial.
As estimativas disponíveis são até maiores: 50 a 61 milhões (estudo de Cambridge) e 68,7 milhões (Datafolha/FBSP); a Lupa classificou como 'subestimado'; 'narcoterroristas' é a designação do programa de Flávio (e dos EUA, desde maio de 2026), não uma categoria legal brasileira.
Nas seções eleitorais instaladas em presídios, Lula teve 72,57% e Flávio 23,29% dos votos válidos (11.186 votos), mas essas seções também recebem votos de agentes e servidores, e só presos provisórios podem votar (cerca de 4,9 mil votos), uma fração mínima dos 964 mil encarcerados.
A soma dos homicídios do Atlas da Violência nos anos de governo do PT supera 770 mil, mas o período é de cerca de 17 anos e 4 meses, não 20; a segurança pública é executada pelos estados, e a taxa de homicídios no governo Lula 3 é a menor desde 2012.
O Aos Fatos classificou a frase como falsa; não há política do governo que descriminalize ou trate como doença o abuso sexual de crianças, que segue crime com penas elevadas (estupro de vulnerável), e a lei do cadastro de pedófilos de 2024, ainda não implementada, é o ponto verdadeiro da crítica.
O número de armas é verdadeiro (mais de 1 milhão de novas armas registradas em 2019-2022, segundo Sou da Paz/Igarapé; os registros no Sinarm passaram de 637.972 em 2017 para 1.558.416 em 2022); o número de munições é controverso: Aos Fatos considerou verdadeiro, o Ranking impreciso (994 milhões, Sou da Paz) e a Lupa insustentável.
É verdade que Flávio empregou em seu gabinete na Alerj, até 2018, a mãe e a mulher de Adriano da Nóbrega, apontado como chefe do 'Escritório do Crime'; Lula errou o parentesco ('irmã') e, em outra ocasião, o local ('no Senado').
Flávio assinou, em 2024, como advogado, recurso ao STJ contra o envio a júri do PM Bruno Delaroli, acusado pela morte de Ana Clara Gomes Machado (5 anos, Niterói, 02/02/2021); o recurso foi negado e o PM já estava solto desde 2021, então a atuação existiu, mas não impediu prisão e o réu não é condenado.
A Lei 15.358/2026 prevê de 20 a 40 anos para o crime de 'domínio social estruturado', com dobro para líderes, mas o art. 75 do Código Penal limita o cumprimento efetivo a 40 anos; a lei foi relatada pelo deputado Guilherme Derrite (PP), aprovada pelo Congresso e sancionada por Lula em 24/03/2026.
A lei do cadastro nacional de condenados por crimes sexuais contra crianças foi sancionada em novembro de 2024 e, segundo o Ranking dos Políticos, não havia sido implementada até outubro de 2026.
Lula sancionou a Lei 15.358/2026 em 24/03/2026 e o governo apresentou o projeto, mas o texto foi moldado pela oposição (relator Derrite, PP) e alterado pelo Senado; a Lupa considerou verdadeira a afirmação.
O Aos Fatos classificou a frase como falsa; as viagens e contatos de Lula com os EUA em 2025-2026 trataram do tarifaço e das sanções, e o governo brasileiro aprovou a Lei Antifacção e pediu investigação de interferência estrangeira, enquanto os EUA designaram PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas em maio de 2026 após reunião de Flávio com Rubio.
Lula revogou em 2023 os decretos de Bolsonaro que ampliaram o acesso a armas e transferiu o controle de CACs à PF; a PF apreendeu 9.373 armas entre 2023 e out/2026 (+6,5% ante 2019-2022) e as polícias estaduais apreenderam 108.786 em 2025 (+5,4%); a Lupa classificou como falso/insustentável e o Aos Fatos como falso a versão sobre o Estatuto.
Não existe norma de soltura por falta de vagas; o mutirão do programa Pena Justa beneficiou quem já tinha direito; a população prisional subiu a 964.668 em 2025 (recorde); quem solta ou prende é o Judiciário, e a ação no STF para restabelecer a saidinha (ADI 7663) é da Anacrim, não do governo.
Lula vetou trechos da lei que restringiu a saída temporária de presos e o Congresso derrubou o veto em 28/05/2024; também é verdade que o sargento PM Dias foi morto em janeiro de 2024 por um detento em saidinha; mas é falso que o governo acionou a Justiça para restabelecer a saidinha (a ADI 7663 é da Anacrim).
Os feminicídios bateram recorde em 2025 (1.571, +4%), mas o total de mulheres assassinadas caiu (de 3.728 em 2024 para 3.539 em 2025; 3.934 em 2022), e parte da alta do feminicídio vem da melhora dos registros após a Lei 14.994/2024 torná-lo crime autônomo; a segurança pública é executada pelos estados.
Os roubos de celular caíram de 492.905 (2022) para 308.723 (2025), queda de 37,4% (18,6% só em 2025); a Lei 15.397/2026 criou regras contra a revenda e a Operação Última Chamada recuperou 9.989 celulares em agosto de 2026; os furtos, porém, ficaram estáveis (+0,9%).
O ranking citado vem de relatório do UNODC de 2022, referente ao governo anterior, e a fiscalização portuária envolve Receita, PF e governo de SP; atribuir ao 'atual governo' é impreciso.
A visita do então ministro da Justiça Flávio Dino ao Complexo da Maré, em 13/03/2023, foi acompanhada por PF, PRF (à paisana) e forças estaduais; Lupa e Aos Fatos classificaram como falso e a Lupa chamou de 'fake antiga', em circulação desde 2023.
As mortes violentas caíram de 57.592 (2018) para 47.765 (2019), cerca de 17%, mas a queda começou em 2018 (governo Temer), continuou com Lula 3 até a menor taxa desde 2012 (19,1 em 2025), e o Atlas da Violência atribui a tendência a envelhecimento populacional, políticas estaduais e ao Estatuto do Desarmamento, não ao armamento civil; o Aos Fatos classificou a relação causal como desinformação.
O TSE, por unanimidade, mandou remover em 08/10/2026 posts da campanha que associavam Lula a facções e multou Flávio em R$ 5 mil; a Lupa classificou como falso que Marcola tenha declarado voto em Lula (boato que circula desde 2022), e o Aos Fatos mostrou que a foto de 'eleitores do PT com tornozeleira' foi gerada por IA.
Flávio / PLCampanha de Flávio Bolsonaro (perfis oficiais e aliados)·
A homenagem é de fato antiga (moção em 2003, Medalha Tiradentes em 2005), mas Adriano da Nóbrega já era acusado desde maio de 2003, foi preso por homicídio em 2004 e condenado em 2005, quando recebeu a medalha.
A contagem consolidada é de 122 mortos (5 agentes) em 28/10/2025, mais que o dobro de Jacarezinho (28, em 2021); a operação foi decisão do governo estadual do RJ.
OutrosAfirmação recorrente no debate eleitoral (sem autor único identificado na nota)·
Juridicamente, o 8 de janeiro foi julgado pelo STF como parte de uma tentativa de golpe iniciada em 2022: 1.402 pessoas foram condenadas (431 a prisão), o ex-presidente e sete aliados foram condenados por golpe de Estado e abolição violenta, e a condenação é definitiva; a opinião de que as penas são altas levou à Lei da Dosimetria, suspensa pelo STF.
Ambosfrase que circula nas redes·data não verificada
Registros ativos no Sinarm foram de 646.127 (2018) para 1.558.416 (2022), com +63,5% só em 2019; o estoque chegou a 2,17 milhões em 2025 e parou de crescer, mas não diminuiu, após o decreto de 2023.
Lula / PTAfirmação recorrente no debate eleitoral (sem autor único identificado na nota)·data não verificada
Vídeo de Fabrício Santos Vargas ligando Flávio ao Comando Vermelho foi removido pelo TSE, por unanimidade, em 15/10/2026, a pedido do PL; não há investigação ou evidência de vínculo de Flávio com a facção.
Ambosfrase que circula nas redes·data não verificada
Os principais indicadores de violência caíram em 2023–2025 (MVI no menor nível da série, roubos -18,3%); subiram feminicídios, letalidade policial e golpes, mas sem 'explosão' — e a execução é estadual.
Flávio / PLAfirmação recorrente no debate eleitoral (sem autor único identificado na nota)·data não verificada