Soma de homicídios dolosos, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes por intervenção policial registradas pelas polícias estaduais e compiladas pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O pico foi em 2017 (64.079) e o menor valor da série é 2025 (40.775).
Mortes violentas intencionais (MVI) no Brasil
Soma de homicídios dolosos, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes por intervenção policial registradas pelas polícias estaduais e compiladas pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O pico foi em 2017 (64.079) e o menor valor da série é 2025 (40.775).
Mortes violentas intencionais (MVI) no Brasil, de 2012 a 2025 (mortes). O menor valor foi 40.775 mortes em 2025 e o maior, 64.079 mortes em 2017. O dado mais recente é 40.775 mortes em 2025. Fonte: Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026 (FBSP).
Mortes violentas intencionais (MVI) no Brasil (mortes)
Período
Valor (mortes)
2012
54.694 mortes
2013
55.844 mortes
2014
59.739 mortes
2015
58.437 mortes
2016
61.600 mortes
2017
64.079 mortes
2018
57.592 mortes
2019
47.765 mortes
2020
50.448 mortes
2021
48.286 mortes
2022
47.963 mortes
2023
46.441 mortes
2024
44.220 mortes
2025
40.775 mortes
Notas de método
Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026 (Tabela 02), compilados a partir dos registros das secretarias estaduais de segurança. A edição 2025 havia divulgado 44.127 MVI para 2024; a edição 2026 revisou o número para 44.220.
Queda de 8,2% em 2025 frente a 2024. Em 2025, 7 unidades da federação tiveram alta (RN +19,6%, RO +7,5%, AC +6,3%, RR +5,8%, DF +5,8%, MS +4,9%, RJ +2,1%); em RO e RJ a alta foi puxada por mortes decorrentes de intervenção policial.
Quase 80% das vítimas de MVI são pessoas negras (CNN Brasil, com dados do FBSP).
Responsabilidade: polícias Militar e Civil são estaduais; a União atua por meio da PF, PRF, fundos (FNSP/Funpen), presídios federais e legislação penal. A queda começou em 2018, antes do governo Bolsonaro, e continuou nos governos Bolsonaro e Lula 3.
Série alternativa (homicídios do SIM/DATASUS, Atlas da Violência) está na série taxa-homicidios-100-mil.
A soma dos homicídios do Atlas da Violência nos anos de governo do PT supera 770 mil, mas o período é de cerca de 17 anos e 4 meses, não 20; a segurança pública é executada pelos estados, e a taxa de homicídios no governo Lula 3 é a menor desde 2012.
Não existe norma de soltura por falta de vagas; o mutirão do programa Pena Justa beneficiou quem já tinha direito; a população prisional subiu a 964.668 em 2025 (recorde); quem solta ou prende é o Judiciário, e a ação no STF para restabelecer a saidinha (ADI 7663) é da Anacrim, não do governo.
As mortes violentas caíram de 57.592 (2018) para 47.765 (2019), cerca de 17%, mas a queda começou em 2018 (governo Temer), continuou com Lula 3 até a menor taxa desde 2012 (19,1 em 2025), e o Atlas da Violência atribui a tendência a envelhecimento populacional, políticas estaduais e ao Estatuto do Desarmamento, não ao armamento civil; o Aos Fatos classificou a relação causal como desinformação.
A contagem consolidada é de 122 mortos (5 agentes) em 28/10/2025, mais que o dobro de Jacarezinho (28, em 2021); a operação foi decisão do governo estadual do RJ.
OutrosAfirmação recorrente no debate eleitoral (sem autor único identificado na nota)·
Os principais indicadores de violência caíram em 2023–2025 (MVI no menor nível da série, roubos -18,3%); subiram feminicídios, letalidade policial e golpes, mas sem 'explosão' — e a execução é estadual.
Flávio / PLAfirmação recorrente no debate eleitoral (sem autor único identificado na nota)·data não verificada