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“O saldo de emprego de 2025 é compatível com o maior juro real do mundo”

Lula / PTQuem disse: Luiz Marinho (PT), ministro do Trabalho e Emprego· Onde: Divulgação do Novo Caged de 2025 (29/01/2026)· Quando: · ver a declaração

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4. Veredito
Verdadeiro, mas…

O juro real brasileiro (Selic de 15% deflacionada pelo IPCA) ficou em torno de 9,3% a 9,7% ao ano em 2025-2026, 'um dos mais altos do mundo' segundo a nota e '2º maior do mundo' segundo o Senado; a Selic de 15% é a maior desde 2006 e foi decidida pelo BC autônomo presidido por Gabriel Galípolo, indicado por Lula, em resposta a inflação acima da meta e ao prêmio de risco fiscal.

“Verdadeiro, mas…” quer dizer: O número está certo, mas a conclusão ou a culpa atribuída não se sustenta sem contexto. Entenda a escala

  1. Quem disse:

    Luiz Marinho

    Lado: Governo (Lula / PT)

  2. Onde e quando:

    Divulgação do Novo Caged de 2025 (29/01/2026)

    29/01/2026

    Ver a declaração original
  3. O que disse:

    “O saldo de emprego de 2025 é compatível com o maior juro real do mundo”

    Também circula como: Juros mais altos do mundo · O Brasil paga o maior juro real do planeta

  4. Veredito: Verdadeiro, mas…

    O juro real brasileiro (Selic de 15% deflacionada pelo IPCA) ficou em torno de 9,3% a 9,7% ao ano em 2025-2026, 'um dos mais altos do mundo' segundo a nota e '2º maior do mundo' segundo o Senado; a Selic de 15% é a maior desde 2006 e foi decidida pelo BC autônomo presidido por Gabriel Galípolo, indicado por Lula, em resposta a inflação acima da meta e ao prêmio de risco fiscal.

    “Verdadeiro, mas…” quer dizer: O número está certo, mas a conclusão ou a culpa atribuída não se sustenta sem contexto. Entenda a escala

  5. O dado real:

    Meta Selic no pico: 15% (20/06/2025 a 18/03/2026)

    Fonte: Banco Central do Brasil – SGS 432 (meta Selic)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
  6. Quem decide:

    Copom / Banco Central autônomo (LC 179/2021) — fixa a Selic; Galípolo preside desde jan/2025

    Também: CMN (governo federal), Executivo e Congresso (política fiscal), Choques externos (câmbio, commodities, conflitos)

    Ver o mapa de quem decide ↓
  7. Fontes: Ver todas as fontes ↓
Veredito
Verdadeiro, mas…

O juro real brasileiro (Selic de 15% deflacionada pelo IPCA) ficou em torno de 9,3% a 9,7% ao ano em 2025-2026, 'um dos mais altos do mundo' segundo a nota e '2º maior do mundo' segundo o Senado; a Selic de 15% é a maior desde 2006 e foi decidida pelo BC autônomo presidido por Gabriel Galípolo, indicado por Lula, em resposta a inflação acima da meta e ao prêmio de risco fiscal.

Verdadeiro, mas… quer dizer: O número está certo, mas a conclusão ou a culpa atribuída não se sustenta sem contexto. Entenda a escala

Em 3 frases

  1. 1

    A Selic chegou a 15% em 20 de junho de 2025, maior nível desde 2006, e o juro real ficou em torno de 9,5% ao ano, um dos mais altos do mundo.

  2. 2

    O ranking exato varia conforme a fonte e o método, e o Senado registrou o Brasil como o segundo maior juro real do mundo em 2026.

  3. 3

    A decisão é do Copom do Banco Central autônomo, que aponta inflação acima da meta, expectativas desancoradas e risco fiscal como razões.

Os números

Meta Selic no pico
15%
% ao ano · referente a 20/06/2025 a 18/03/2026
+1,25 p.p.em relação a Vigente desde 17/09/2026 (13,8%)
Fonte: Banco Central do Brasil – SGS 432 (meta Selic)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Selic efetiva acumulada no ano
14,3%
% · referente a 2025
+11,6 p.p.em relação a 2020 (2,75%)
Fonte: Banco Central do Brasil – SGS 4390 (Selic acumulada no mês)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Juro real ex-post (cálculo da nota)
9,7%
% ao ano · referente a dez/2025
+0,2 p.p.em relação a set/2026 (9,5%)
Fonte: Banco Central do Brasil – SGS 4390 (Selic acumulada no mês)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Juro real citado pelo Senado ('2º maior do mundo')
9,3%
% ao ano · referente a mai/2026
Fonte: Senado Notícias – Dívidas em recorde assombram as famílias brasileiras (mai/2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Juro real ex-ante (Focus, cálculo da nota)
7,2%
% ao ano · referente a 16/10/2026 (Selic fim-2027 de 12,00% e IPCA 12 meses de 4,51%)
−2,1 p.p.em relação a dez/2024 (maior desde 2005) (9,3%)
Fonte: BCB – Focus, expectativas de mercado anuais (Selic 2026), 16/10/2026(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Juros nominais do setor público
1.007,6 R$ bilhões
R$ bilhões · referente a 2025 (recorde)
+999,7 R$ bilhõesem relação a % do PIB (7,91 R$ bilhões)
Fonte: BCB – Nota para a Imprensa, Estatísticas Fiscais, 30/01/2026 (PDF)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Juros nominais em 12 meses
1.182,2 R$ bilhões
R$ bilhões · referente a ago/2026
+1.173,3 R$ bilhõesem relação a % do PIB (8,86 R$ bilhões)
Fonte: Poder360 – Dívida bruta atinge 82,9% do PIB em agosto, diz BC (30/09/2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Juros como proporção da receita (Moody's)
20%
% da receita · referente a 2025
+6 p.p.em relação a Pares emergentes (14%)
Fonte: Seu Dinheiro – Moody's está de olho no Brasil (30/07/2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Spread dos cinco maiores bancos
34,6 pontos percentuais
pontos percentuais · referente a 2026
+28,6 pontos percentuaisem relação a Média global (aprox.) (6 pontos percentuais)
Fonte: Senado Notícias – Dívidas em recorde assombram as famílias brasileiras (mai/2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Juro real ex-ante em dezembro (cálculo da nota com Focus)
9,3%
% ao ano · referente a dez/2024
+9,8 p.p.em relação a dez/2020 (único negativo) (-0,5%)
Fonte: BCB – Focus, expectativas de mercado anuais (Selic 2026), 16/10/2026(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Média do juro real ex-ante nos dezembros do mandato (cálculo da nota)
7,4%
% ao ano · referente a Lula 3 (2023-2025)
+4,2 p.p.em relação a Bolsonaro (2019-2022) (3,2%)
Fonte: BCB – Focus, expectativas de mercado anuais (Selic 2026), 16/10/2026(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Selic em 31/12 de cada ano
15%
% ao ano · referente a 31/12/2025
+1,25 p.p.em relação a 31/12/2022 (13,8%)
Fonte: Banco Central do Brasil – SGS 432 (meta Selic, 2023-2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026

Como isso evoluiu

Meta da taxa Selic em 31 de dezembro de cada ano

Taxa básica de juros definida pelo Copom, vigente no último dia de cada ano (2003–2025) e em 21/10/2026.

Meta da taxa Selic em 31 de dezembro de cada ano, de 2003 a 2026 (21/10/2026) (% ao ano). O menor valor foi 2% em 2020 e o maior, 18% em 2005. O dado mais recente é 13,8% em 2026 (21/10/2026). Fonte: Banco Central do Brasil, SGS 432 (meta Selic, diária; janelas de 5 anos) e histórico oficial das reuniões do Copom.

Fonte: Banco Central do Brasil, SGS 432 (meta Selic, diária; janelas de 5 anos) e histórico oficial das reuniões do Copom(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Ver tabela
Meta da taxa Selic em 31 de dezembro de cada ano (% ao ano)
PeríodoValor (% ao ano)
200316,5%
200417,8%
200518%
200613,3%
200711,3%
200813,8%
20098,75%
201010,8%
201111%
20127,25%
201310%
201411,8%
201514,3%
201613,8%
20177%
20186,5%
20194,5%
20202%
20219,25%
202213,8%
202311,8%
202412,3%
202515%
2026 (21/10/2026)13,8%

Selic efetiva acumulada no ano

Quanto a taxa básica de juros rendeu, de fato, acumulada em cada ano.

Selic efetiva acumulada no ano, de 2003 a 12 meses até set/2026 (% ao ano). O menor valor foi 2,75% em 2020 e o maior, 23,3% em 2003. O dado mais recente é 14,5% em 12 meses até set/2026. Fonte: Banco Central do Brasil, SGS 4390 (composição calculada na nota de pesquisa).

Fonte: Banco Central do Brasil, SGS 4390 (composição calculada na nota de pesquisa)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Ver tabela
Selic efetiva acumulada no ano (% ao ano)
PeríodoValor (% ao ano)
200323,3%
200416,2%
200519%
200615,1%
200711,9%
200812,5%
20099,92%
20109,78%
201111,6%
20128,48%
20138,21%
201410,9%
201513,3%
201614%
20179,96%
20186,42%
20195,95%
20202,75%
20214,44%
202212,4%
202313%
202410,9%
202514,3%
12 meses até set/202614,5%

Inflação (IPCA) por ano

Variação dos preços ao consumidor medida pelo IBGE em cada ano (dezembro contra dezembro).

Inflação (IPCA) por ano, de 2003 a 2026 (12 meses até set/2026) (% ao ano). O menor valor foi 2,95% em 2017 e o maior, 10,7% em 2015. O dado mais recente é 4,58% em 2026 (12 meses até set/2026). Fonte: Banco Central do Brasil, SGS 13522 (IPCA acumulado em 12 meses, valor de dezembro).

Fonte: Banco Central do Brasil, SGS 13522 (IPCA acumulado em 12 meses, valor de dezembro)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Ver tabela
Inflação (IPCA) por ano (% ao ano)
PeríodoValor (% ao ano)
20039,3%
20047,6%
20055,69%
20063,14%
20074,46%
20085,9%
20094,31%
20105,91%
20116,5%
20125,84%
20135,91%
20146,41%
201510,7%
20166,29%
20172,95%
20183,75%
20194,31%
20204,52%
202110,1%
20225,79%
20234,62%
20244,83%
20254,26%
2026 (12 meses até set/2026)4,58%

Juros nominais pagos pelo setor público (% do PIB)

Quanto o governo gastou com juros da dívida a cada ano, em proporção do PIB.

Juros nominais pagos pelo setor público (% do PIB), de 2002 a 12 meses até ago/2026 (% do PIB). O menor valor foi 4,11% em 2020 e o maior, 8,86% em 12 meses até ago/2026. O dado mais recente é 8,86% em 12 meses até ago/2026. Fonte: Banco Central do Brasil, SGS 5760 (juros nominais do setor público, 12 meses, % PIB).

Fonte: Banco Central do Brasil, SGS 5760 (juros nominais do setor público, 12 meses, % PIB)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Ver tabela
Juros nominais pagos pelo setor público (% do PIB) (% do PIB)
PeríodoValor (% do PIB)
20027,61%
20038,42%
20046,56%
20057,28%
20066,72%
20075,98%
20085,32%
20095,13%
20105,03%
20115,41%
20124,44%
20134,67%
20145,39%
20158,37%
20166,49%
20176,09%
20185,41%
20194,97%
20204,11%
20214,98%
20225,82%
20236,56%
20248,07%
20257,91%
12 meses até ago/20268,86%

O que é verdade e o que não se sustenta

O que é verdade

  • A Selic de 15% (jun/2025) foi a maior desde 2006 e o juro real ficou em torno de 9,3% a 9,7%, entre os mais altos do mundo.
  • Os juros nominais do setor público custaram R$ 1.007,6 bilhões em 2025 e R$ 1,18 trilhão em 12 meses até ago/2026.
  • O emprego formal desacelerou em 2025 (+1,28 milhão, pior ano da série nova fora da pandemia).

O que não se sustenta

  • O ranking 'maior do mundo' não foi verificado em fonte oficial; o Senado cita '2º maior'.
  • A Selic é decidida pelo BC autônomo presidido por indicado do próprio governo, e a ata cita o risco fiscal — isto é, a política do Executivo e do Congresso — entre as razões do juro alto.
  • A meta de inflação de 3,0%, que o BC persegue, foi fixada pelo CMN, órgão do governo.

Quem é responsável por isso?

Economia
  • Controla: fixa a Selic; Galípolo preside desde jan/2025

Quero entender a fundo

Os números

  • Meta Selic: 10,50% (mai/2024) → 15,00% (vigente desde 20/06/2025, 271ª reunião do Copom, maior desde jul/2006) → cortes desde mar/2026 → 13,75% (vigente desde 17/09/2026).
  • Selic efetiva acumulada: 14,33% em 2025; 14,47% em 12 meses até set/2026.
  • Juro real ex-post (Selic 12 meses deflacionada pelo IPCA 12 meses, cálculo da nota): +9,7% em dez/2025; +9,5% em set/2026. Juro real ex-ante (Selic fim-2026 de 13,25% contra IPCA 2027 de 4,32%, Focus): ≈ +8,6%.
  • Senado (mai/2026): juro real ~9,3%, '2º maior do mundo'.
  • Histórico: juro real negativo só em dez/2020 (−1,7%); +6,2% em dez/2022.

Quem decide

Desde a LC 179/2021 o BC tem autonomia operacional; a Selic é fixada pelo Copom. O presidente do BC é Gabriel Galípolo (desde jan/2025, indicado por Lula). A ata da 281ª reunião (set/2026) cita inflação acima da meta, cenário externo incerto e política fiscal com 'potencial de afetar a percepção sobre a sustentabilidade da dívida'. A meta de inflação (3,0%) é fixada pelo CMN, isto é, pelo governo.

Custo

Juros nominais do setor público: R$ 1.007,6 bilhões em 2025 (7,91% do PIB) e R$ 1,18 trilhão em 12 meses até ago/2026 (8,86%). A Moody's observa que os juros consomem 20% da receita no Brasil contra 14% nos pares. A frase de Marinho é usada pelo governo para responsabilizar o BC; a IFI e o FMI apontam que o prêmio de risco sobe com a dívida, realimentando a Selic.

Perguntas frequentes

Não. Desde a LC 179/2021 o Copom do BC autônomo decide; o presidente indica o presidente do BC (mandato fixo) e o governo fixa a meta de inflação pelo CMN.

A ata do Copom cita inflação acima da meta (IPCA de 4,58% em set/2026 contra meta de 3%), expectativas desancoradas, incerteza externa e risco fiscal.

Juros de R$ 1.007,6 bilhões em 2025; cerca de metade da dívida é indexada à Selic. A dívida bruta subiu 4,2 pontos do PIB em 2026 até agosto, com +6,5 pontos vindos de juros.

Sim: Selic de 2% (ago/2020 a mar/2021) e juro real negativo (−1,7%) em dez/2020, seguidos de inflação de 10,06% em 2021.

O que outras agências disseram

  • Lupa
    Veredito original: “FALTA CONTEXTO para 'juros 7 pontos acima do previsto' (Flávio Bolsonaro)” · 16/10/2026
    Ler a checagem
  • Aos Fatos
    Veredito original: “Incorreto para 'a taxa de juros caiu 2%' (Flávio Bolsonaro): queda de 1,25 ponto” · 18/10/2026
    Ler a checagem

Fontes

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5
  6. 6
  7. 7
  8. 8
  9. 9
  10. 10
  11. 11
  12. 12
  13. 13
Ver a nota bruta da pesquisa no GitHub

Para ir além

Checagens relacionadas

Falta contexto

“Os juros estão 7 pontos acima do que estava previsto”

O Focus de out/2022 projetava Selic de 7,5% para 2025 e a taxa estava em 14% em ago/2026, mas a Selic herdada do governo Bolsonaro era de 13,75% (mantida até ago/2023), caiu a 10,5% em 2024 e voltou a subir com a inflação acima da meta e o prêmio de risco fiscal — decisões do BC autônomo, cujo presidente até 2024 fora indicado por Bolsonaro.

Flávio / PLFlávio Bolsonaro
Impreciso

“A taxa de juros caiu 2%”

A Selic caiu 1,25 ponto percentual em 2026, de 15,00% para 13,75%, em cinco cortes de 0,25 ponto entre março e setembro; o Aos Fatos considerou incorreto falar em queda de 2%.

Flávio / PLFlávio Bolsonaro
Verdadeiro

“O atual governo deixa uma dívida de R$ 11 trilhões”

A Dívida Bruta do Governo Geral era de R$ 11,1 trilhões (82,87% do PIB) em ago/2026, segundo o Banco Central; o número está correto, e o contexto é que a alta recente vem sobretudo dos juros e que, em proporção do PIB, o nível ainda está abaixo do pico mensal de out/2020 (87,66%).

Flávio / PLFlávio Bolsonaro
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“Herdamos uma taxa Selic elevada e uma política econômica equivocada que levaram ao endividamento elevado das famílias”

A Selic herdada era de fato alta (13,75% em jan/2023) e o endividamento já batia recordes em 2022, mas os indicadores atingiram novos recordes em 2025-2026 — 83,9 milhões de negativados, 81,6% das famílias endividadas, inadimplência de 5,04% — depois que a Selic, sob o BC presidido por indicado de Lula, subiu de 10,5% para 15% em 2024-2025.

Lula / PTPrograma de governo de Lula 2026 (coligação Brasil Pronto Pra Mais)

Atualizado em

Histórico de alterações
  • — publicação
  • — enriquecimento rodada 2: data de vigência dos 15% corrigida (20/06/2025), juro real ex-ante por ano e por governo, juros R$ 1.007,6 bi
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