A Eletrobras foi privatizada em 14/06/2022, no governo Bolsonaro, com R$ 33,7 bilhões arrecadados e a União caindo de 68,6% para 40,3% do capital votante; 'preço de banana' é avaliação, e Lula errou ao dizer 'Petrobras' no debate (Ranking: falso), empresa que não foi privatizada, embora Bolsonaro tenha vendido BR Distribuidora, TAG, NTS, RLAM e ações da Petrobras.
A Dívida Bruta do Governo Geral era de R$ 11,1 trilhões (82,87% do PIB) em ago/2026, segundo o Banco Central; o número está correto, e o contexto é que a alta recente vem sobretudo dos juros e que, em proporção do PIB, o nível ainda está abaixo do pico de dez/2020 (86,94%).
Flávio disse em fevereiro de 2026 (BTG CEO Conference) que privatizaria 95% das estatais e, em dezembro de 2025, defendeu privatizar os Correios e partes da Petrobras; sua campanha agora nega privatizar Petrobras, BB e Caixa (Sachsida), embora Daniella Marques tenha dito em setembro que o BB 'estava sendo considerado'.
Segundo dados do MDIC citados pelo Aos Fatos, 232 empresas brasileiras entraram no regime de maquila do Paraguai entre 2007 e 2026, com pico em 2016-2020 — um fenômeno antigo e de pequena escala frente aos 3,87 milhões de empresas abertas no Brasil só em 2023, e sem aceleração atribuível ao governo atual.
A Lupa apurou alta de 54,2% nos alimentos entre jan/2019 e jul/2022 contra 13,6% nos 43 primeiros meses de Lula 3, e o Aos Fatos confirmou 56,17% nos quatro anos de Bolsonaro contra 13% com Lula; os números estão corretos, e o contexto é que 2020-2022 tiveram pandemia, guerra na Ucrânia e inflação global de 8,7% em 2022, enquanto 2025 teve deflação de alimentos.
A Selic caiu 1,25 ponto percentual em 2026, de 15,00% para 13,75%, em cinco cortes de 0,25 ponto entre março e setembro; o Aos Fatos considerou incorreto falar em queda de 2%.
A última dívida com o FMI foi quitada no governo Lula 1-2 e as reservas subiram de US$ 37,8 bilhões (dez/2002) para US$ 288,6 bilhões (dez/2010), o que o Aos Fatos classificou como correto; a ressalva é que o valor é em dólares (não reais) e um pouco maior que o citado, e que as reservas seguiram subindo até US$ 373 bilhões em 2012 e estão em US$ 362,8 bilhões em 2026.
A reunião de Lula com Vorcaro em 04/12/2024 (fora da agenda, com Mantega e Galípolo) é confirmada, mas não há prova de promessa de ajuda; Lula diz ter avisado que não haveria 'posição política pró ou contra', e o BC sob Galípolo vetou a compra pelo BRB e liquidou o banco.
O PLC 186/2026, aprovado em 16/10/2026, perdoa cerca de R$ 12,6 bilhões em dívidas de aproximadamente 3,6 milhões de MEIs, conforme verificado pela Lupa; a medida foi aprovada nove dias antes do 2º turno e integra o pacote de ano eleitoral criticado pela oposição.
O Brasil recebeu grau de investimento das três grandes agências em 2008-2009 (S&P e Fitch em 2008; Moody's em 2009), durante o governo Lula 2 — fato classificado como correto pelo Aos Fatos; o país perdeu o grau em 2015-2016 (Dilma) e não o recuperou até out/2026, apesar de upgrades em 2023-2024.
As falências decretadas (Serasa Experian) caíram entre 2024 e 2025 e em nenhum ano cheio de Lula 3 superaram o nível de 2012-2019; o que bateu recorde em 2025 foram os pedidos de recuperação judicial, e em jan-mai/2026 as falências subiram 36% (484 casos) — sinal de estresse sob juro real de 9,5%, mas não um recorde de fechamentos.
Diplomatas brasileiros acompanharam a audiência do USTR em 07/07/2026, houve reuniões MDIC-USTR, Alckmin negociou com o secretário de Comércio, o chanceler Mauro Vieira foi a Washington, uma comitiva de senadores viajou, e Lula se reuniu com Trump por vídeo (06/10/2025) e em Kuala Lumpur (26/10/2025); três agências classificaram a frase como falsa.
O prejuízo confirmado ao FGC era de R$ 51,8 bilhões segundo o Ranking dos Políticos (cerca de R$ 52 bilhões em fev/2026), com estimativas que vão de R$ 41 bilhões (nov/2025) a R$ 57,4 bilhões no total; R$ 60 bilhões está acima de todas as cifras documentadas.
O Focus de out/2022 projetava Selic de 7,5% para 2025 e a taxa estava em 14% em ago/2026, mas a Selic herdada do governo Bolsonaro era de 13,75% (mantida até ago/2023), caiu a 10,5% em 2024 e voltou a subir com a inflação acima da meta e o prêmio de risco fiscal — decisões do BC autônomo, cujo presidente até 2024 fora indicado por Bolsonaro.
A Peic/CNC registrou 78% de famílias com dívidas em dez/2022 (e 30% com contas atrasadas; 69,4 milhões de negativados pela Serasa), mas ter dívida não é estar inadimplente — e, sobretudo, o indicador piorou no governo atual: 81,6% endividadas em mai/2026, 83,9 milhões de negativados e inadimplência da pessoa física de 5,04% em ago/2026, contra 3,07% em dez/2022.
As apostas esportivas foram legalizadas pela Lei 13.756/2018, sancionada por Michel Temer; o governo Lula regulamentou e tributou o setor em 2023; Flávio votou contra a regulamentação das bets em 2023.
O PIB cresceu acima de 3% em 2011 (3,97%, Dilma), 2013 (3,00%), 2021 (4,76%, Bolsonaro) e 2022 (3,02%, Bolsonaro); o que é verdade é que as médias dos governos Lula (4,08% em 2003-2010 e 2,98% em 2023-2025) superam as de Dilma (0,43%), Temer (1,55%) e Bolsonaro (1,43%).
Não há prova de pedido específico da tarifa, mas Eduardo admitiu discutir tarifas com o governo Trump e chamou a medida de 'sucesso'; a carta de Trump (09/07/2025) vinculou os 50% ao julgamento de Bolsonaro, e o próprio Flávio pediu ao USTR em 2026 que adiasse novas tarifas porque dariam 'vitória política' a Lula.
Há estresse financeiro real — recuperações judiciais recordes em 2025, 83,9 milhões de negativados e 81,6% das famílias endividadas em 2026 —, mas as falências caíram em 2025, o saldo de empresas é positivo, o desemprego está em mínima e a renda em recorde; 'todo mundo quebrando' generaliza indicadores de crédito para toda a economia.
A Selic herdada era de fato alta (13,75% em jan/2023) e o endividamento já batia recordes em 2022, mas os indicadores atingiram novos recordes em 2025-2026 — 83,9 milhões de negativados, 81,6% das famílias endividadas, inadimplência de 5,04% — depois que a Selic, sob o BC presidido por indicado de Lula, subiu de 10,5% para 15% em 2024-2025.
Lula / PTPrograma de governo de Lula 2026 (coligação Brasil Pronto Pra Mais)·
O IPCA de 2025 foi de 4,26%, abaixo de 2024 (4,83%), 2023 (4,62%), 2022 (5,79%) e 2021 (10,06%); o número está correto, embora 2025 tenha sido formalmente um ano de meta descumprida pelo critério contínuo (IPCA acima de 4,5% por dez meses seguidos).
A taxa de desocupação de 5,1% no 4º trimestre de 2025 e a média anual de 5,6% são as menores da PNAD Contínua, mas essa série começa em 2012 — a pesquisa anterior (PME) não é comparável — e a queda vem desde 2021, com participação na força de trabalho abaixo do pico de 2019.
A meta de 2025 (resultado zero com banda de 0,25 ponto do PIB) foi cumprida no critério legal, mas só porque R$ 48,7 bilhões de despesas foram deduzidos do cálculo: o déficit efetivo foi de R$ 61,7 bilhões (0,48% do PIB) e o resultado para a meta ficou em déficit de R$ 13 bilhões, dentro do piso de R$ 31 bilhões.
O juro real brasileiro (Selic de 15% deflacionada pelo IPCA) ficou em torno de 9,3% a 9,7% ao ano em 2025-2026, 'um dos mais altos do mundo' segundo a nota e '2º maior do mundo' segundo o Senado; a Selic de 15% é a maior desde 2006 e foi decidida pelo BC autônomo presidido por Gabriel Galípolo, indicado por Lula, em resposta a inflação acima da meta e ao prêmio de risco fiscal.
O caso Master é o escândalo de maior transversalidade partidária de 2026: alcança o governo Lula (encontro de Lula com Vorcaro em 2024; buscas contra o senador Jaques Wagner/PT), a família Bolsonaro e o PL (Dark Horse, Cláudio Castro, Mario Frias), o PP (Ciro Nogueira), o MDB (BRB/governo do DF), o União (ACM Neto) e ministros do STF; o banco foi autorizado em 2019 (governo Bolsonaro) e liquidado em 2025 (governo Lula).
Ambosfrase que circula nas redes·data não verificada
O IPCA foi de 10,06% em 2021, mas o governo Bolsonaro terminou 2022 com inflação de 5,79% — ainda acima do teto da meta (5,0%), mas não de dois dígitos; a frase mistura o pior ano do mandato com o ano de entrega.
Ambosfrase que circula nas redes·data não verificada
Especialistas descrevem o regime Chávez/Maduro como 'autoritarismo competitivo' e esquerda radical, com nacionalização ampla da economia, controle cambial, poderes subordinados e ruptura democrática ao não divulgar atas em 2024; nada disso ocorreu no Brasil, onde o PT perdeu a eleição de 2018 e entregou o poder, há BC autônomo, regra fiscal, concessões recordes e eleição competitiva em 2026.
Ambosfrase que circula nas redes·data não verificada
Nenhum critério definidor de comunismo (abolição da propriedade privada, banco estatal monopolista, partido único) está presente no Brasil sob o PT, que fez recorde de concessões, manteve o BC autônomo e a regra fiscal e convive com lucros recordes de bancos; o PT se define como 'socialismo democrático' e é medido academicamente como esquerda (não extrema); as peças 'Lula assumiu ser comunista' e 'comunismo chinês' foram classificadas como falsa e enganosa.
Ambosfrase que circula nas redes·data não verificada
Nenhum indicador objetivo de colapso (calote, hiperinflação, crise cambial, depressão, rating de default) aparece nos dados de out/2026; o que os números sustentam é uma deterioração fiscal real (dívida bruta em máxima da série e déficits primários) e inflação acima do teto da meta em 2024-2025, ao lado de desemprego mínimo, PIB em máxima e exportações recordes.
A Petrobras lucrou R$ 110,1 bilhões em 2025 (+201%), R$ 36,6 bi em 2024, R$ 124,6 bi em 2023 e R$ 188,3 bi em 2022; os únicos prejuízos da série citada foram em 2014 e 2015.
OutrosAfirmação recorrente em redes sociais e no debate eleitoral (sem autor único identificado nas notas)·data não verificada