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“A meta fiscal de 2025 foi cumprida; o resultado é muito satisfatório”

Lula / PTQuem disse: Rogério Ceron, secretário do Tesouro Nacional· Onde: Divulgação do Resultado do Tesouro Nacional de 2025· Quando: · ver a declaração

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4. Veredito
Verdadeiro, mas…

A meta de 2025 (resultado zero com banda de 0,25 ponto do PIB) foi cumprida no critério legal, mas só porque R$ 48,7 bilhões de despesas foram deduzidos do cálculo: o déficit efetivo foi de R$ 61,7 bilhões (0,48% do PIB) e o resultado para a meta ficou em déficit de R$ 13 bilhões, dentro do piso de R$ 31 bilhões.

“Verdadeiro, mas…” quer dizer: O número está certo, mas a conclusão ou a culpa atribuída não se sustenta sem contexto. Entenda a escala

  1. Quem disse:

    Rogério Ceron

    Lado: Governo (Lula / PT)

  2. Onde e quando:

    Divulgação do Resultado do Tesouro Nacional de 2025

    30/01/2026

    Ver a declaração original
  3. O que disse:

    “A meta fiscal de 2025 foi cumprida; o resultado é muito satisfatório”

    Também circula como: Cumprimos a meta do arcabouço · Pela primeira vez tivemos resultado fiscal positivo

  4. Veredito: Verdadeiro, mas…

    A meta de 2025 (resultado zero com banda de 0,25 ponto do PIB) foi cumprida no critério legal, mas só porque R$ 48,7 bilhões de despesas foram deduzidos do cálculo: o déficit efetivo foi de R$ 61,7 bilhões (0,48% do PIB) e o resultado para a meta ficou em déficit de R$ 13 bilhões, dentro do piso de R$ 31 bilhões.

    “Verdadeiro, mas…” quer dizer: O número está certo, mas a conclusão ou a culpa atribuída não se sustenta sem contexto. Entenda a escala

  5. O dado real:

    Déficit primário efetivo do governo central: -61,7 R$ bilhões (2025)

    Fonte: Agência Brasil – Déficit primário do governo central totaliza R$ 61,7 bilhões em 2025 (29/01/2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
  6. Quem decide:

    Congresso Nacional — aprovou por lei complementar (LC 221, 223, 235) e emenda (EC 136/2025) as exceções à meta

    Também: Congresso Nacional, STF, Copom / Banco Central

    Ver o mapa de quem decide ↓
  7. Fontes: Ver todas as fontes ↓
Veredito
Verdadeiro, mas…

A meta de 2025 (resultado zero com banda de 0,25 ponto do PIB) foi cumprida no critério legal, mas só porque R$ 48,7 bilhões de despesas foram deduzidos do cálculo: o déficit efetivo foi de R$ 61,7 bilhões (0,48% do PIB) e o resultado para a meta ficou em déficit de R$ 13 bilhões, dentro do piso de R$ 31 bilhões.

Verdadeiro, mas… quer dizer: O número está certo, mas a conclusão ou a culpa atribuída não se sustenta sem contexto. Entenda a escala

Em 3 frases

  1. 1

    Pela regra do arcabouço, a meta de 2025 era déficit zero com tolerância de R$ 31 bilhões para baixo, e o resultado contado para a meta foi déficit de R$ 13 bilhões.

  2. 2

    Isso só foi possível porque R$ 48,7 bilhões de despesas, principalmente precatórios, ficaram fora do cálculo por autorização legal.

  3. 3

    Sem as deduções, o governo central teve déficit de R$ 61,7 bilhões, maior do que o de 2024, e em 2026 o cálculo já exigiu bloqueio de R$ 13,6 bilhões.

Os números

Déficit primário efetivo do governo central
-61,7 R$ bilhões
R$ bilhões · referente a 2025
−18,8 R$ bilhõesem relação a 2024 (-42,9 R$ bilhões)
Fonte: Agência Brasil – Déficit primário do governo central totaliza R$ 61,7 bilhões em 2025 (29/01/2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Déficit primário efetivo do governo central
-0,48%
% do PIB · referente a 2025
+1,61 p.p.em relação a 2023 (-2,09%)
Fonte: Tesouro Nacional – Série Histórica RTN (planilha jul/2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Deduções autorizadas da meta
48,7 R$ bilhões
R$ bilhões · referente a 2025
+7,53 R$ bilhõesem relação a Precatórios excedentes (41,2 R$ bilhões)
Fonte: Agência Brasil – Déficit primário do governo central totaliza R$ 61,7 bilhões em 2025 (29/01/2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Resultado apurado para a meta
-13 R$ bilhões
R$ bilhões · referente a 2025
+18 R$ bilhõesem relação a Piso da banda (-31 R$ bilhões)
Fonte: Gazeta do Povo – Governo cumpre meta fiscal de 2025 com rombo de R$ 61 bi (30/01/2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Déficit efetivo projetado para 2026 (4º bimestre)
-80,9 R$ bilhões
R$ bilhões · referente a set/2026
−28,9 R$ bilhõesem relação a Projeção anterior (-52 R$ bilhões)
Fonte: ACIARA/Agência Brasil – Governo eleva rombo fiscal de 2026 (25/09/2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Contingenciamento exigido em 2026
13,6 R$ bilhões
R$ bilhões · referente a set/2026
Fonte: ACIARA/Agência Brasil – Governo eleva rombo fiscal de 2026 (25/09/2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Deduções acumuladas estimadas pela IFI
157,3 R$ bilhões
R$ bilhões · referente a 2024-2026
Fonte: Gazeta do Povo – Com puxadinhos no Orçamento, governo legaliza fracasso do arcabouço (22/12/2025)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Déficit primário estrutural (IFI)
1,4%
% do PIB · referente a 4 trimestres até jun/2026
+0,7 p.p.em relação a Um ano antes (0,7%)
Fonte: CNN Brasil – IFI alerta para despesas crescendo acima das receitas (20/08/2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Resultado primário do setor público consolidado
-0,43%
% do PIB · referente a 2025
−1,68 p.p.em relação a 2022 (1,25%)
Fonte: Banco Central do Brasil – SGS 5793 (resultado primário do setor público, 12 meses, % PIB)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Meta de resultado primário da LDO 2025 (Lei 15.080/2024)
R$ 0
R$ · referente a 2025
−R$ 31em relação a Banda de tolerância (R$ bilhões) (R$ 31)
Fonte: Planalto – Lei 15.080/2024 (LDO 2025)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Meta de superávit da LDO 2026 (Lei 15.321/2025)
34,3 R$ bilhões
R$ bilhões · referente a 2026
+34,3 R$ bilhõesem relação a Limite inferior (R$) (0 R$ bilhões)
Fonte: Planalto – Lei 15.321/2025 (LDO 2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Déficit do governo central em 2024 antes das deduções (IFI, RAF 96)
-46,3 R$ bilhões
R$ bilhões · referente a 2024
−31,8 R$ bilhõesem relação a Resultado para a meta após deduções (-14,5 R$ bilhões)
Fonte: IFI – Relatório de Acompanhamento Fiscal nº 96 (jan/2025)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Precatórios federais pagos em 2023 (critério SIOP, IFI)
151 R$ bilhões
R$ bilhões · referente a 2023
+149,6 R$ bilhõesem relação a % do PIB (1,38 R$ bilhões)
Fonte: IFI – Relatório de Acompanhamento Fiscal nº 116 (set/2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Despesas obrigatórias como parcela do limite de despesas (IFI)
90,8%
% · referente a 2026
+1,4 p.p.em relação a 2027 (89,4%)
Fonte: IFI – Relatório de Acompanhamento Fiscal nº 116 (set/2026)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026

Como isso evoluiu

Resultado primário do setor público (% do PIB)

Receitas menos despesas do governo (União, estados, municípios e estatais) sem contar juros; positivo é superávit, negativo é déficit.

Resultado primário do setor público (% do PIB), de 2002 a 12 meses até ago/2026 (% do PIB). O menor valor foi -9,24% em 2020 e o maior, 3,74% em 2005. O dado mais recente é -0,62% em 12 meses até ago/2026. Fonte: Banco Central do Brasil, SGS 5793 (NFSP primário, 12 meses).

Fonte: Banco Central do Brasil, SGS 5793 (NFSP primário, 12 meses)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Ver tabela
Resultado primário do setor público (% do PIB) (% do PIB)
PeríodoValor (% do PIB)
20023,19%
20033,24%
20043,69%
20053,74%
20063,15%
20073,24%
20083,33%
20091,94%
20102,62%
20112,94%
20122,18%
20131,71%
2014-0,56%
2015-1,86%
2016-2,48%
2017-1,68%
2018-1,55%
2019-0,84%
2020-9,24%
20210,72%
20221,25%
2023-2,28%
2024-0,4%
2025-0,43%
12 meses até ago/2026-0,62%

Dívida bruta do governo geral (% do PIB)

Tudo o que União, estados e municípios devem, em proporção do tamanho da economia, em dezembro de cada ano.

Dívida bruta do governo geral (% do PIB), de 2006 a ago/2026 (% do PIB). O menor valor foi 51,3% em 2011 e o maior, 86,9% em 2020. O dado mais recente é 82,9% em ago/2026. Fonte: Banco Central do Brasil, SGS 13762 (DBGG, metodologia 2008).

Fonte: Banco Central do Brasil, SGS 13762 (DBGG, metodologia 2008)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Ver tabela
Dívida bruta do governo geral (% do PIB) (% do PIB)
PeríodoValor (% do PIB)
200655,5%
200756,7%
200856%
200959,2%
201051,8%
201151,3%
201253,7%
201351,5%
201456,3%
201565,5%
201669,8%
201773,7%
201875,3%
201974,4%
202086,9%
202177,3%
202271,7%
202373,8%
202476,3%
202578,6%
ago/202682,9%

Juros nominais pagos pelo setor público (% do PIB)

Quanto o governo gastou com juros da dívida a cada ano, em proporção do PIB.

Juros nominais pagos pelo setor público (% do PIB), de 2002 a 12 meses até ago/2026 (% do PIB). O menor valor foi 4,11% em 2020 e o maior, 8,86% em 12 meses até ago/2026. O dado mais recente é 8,86% em 12 meses até ago/2026. Fonte: Banco Central do Brasil, SGS 5760 (juros nominais do setor público, 12 meses, % PIB).

Fonte: Banco Central do Brasil, SGS 5760 (juros nominais do setor público, 12 meses, % PIB)(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Ver tabela
Juros nominais pagos pelo setor público (% do PIB) (% do PIB)
PeríodoValor (% do PIB)
20027,61%
20038,42%
20046,56%
20057,28%
20066,72%
20075,98%
20085,32%
20095,13%
20105,03%
20115,41%
20124,44%
20134,67%
20145,39%
20158,37%
20166,49%
20176,09%
20185,41%
20194,97%
20204,11%
20214,98%
20225,82%
20236,56%
20248,07%
20257,91%
12 meses até ago/20268,86%

Resultado primário do governo central (% do PIB, Tesouro)

Receitas menos despesas da União (Tesouro, Previdência e BC), sem juros, no critério 'acima da linha' do Tesouro Nacional.

Resultado primário do governo central (% do PIB, Tesouro), de 2003 a 2025 (% do PIB). O menor valor foi -9,77% em 2020 e o maior, 2,52% em 2004. O dado mais recente é -0,48% em 2025. Fonte: Tesouro Nacional, Série Histórica RTN (jul/2026), Tabelas 2.1 e 2.1-A.

Sem dado verificado para: jan–jul/2026.

Fonte: Tesouro Nacional, Série Histórica RTN (jul/2026), Tabelas 2.1 e 2.1-A(abre em nova aba) · acesso em 21/10/2026
Ver tabela
Resultado primário do governo central (% do PIB, Tesouro) (% do PIB)
PeríodoValor (% do PIB)
20032,27%
20042,52%
20052,43%
20062,02%
20072,12%
20082,3%
20091,18%
20102%
20112,1%
20121,77%
20131,35%
2014-0,41%
2015-2,01%
2016-2,57%
2017-1,89%
2018-1,72%
2019-1,29%
2020-9,77%
2021-0,39%
20220,46%
2023-2,09%
2024-0,36%
2025-0,48%

O que é verdade e o que não se sustenta

O que é verdade

  • No critério legal (deduções e banda), a meta de 2025 foi cumprida: déficit apurado de R$ 13 bilhões contra piso de R$ 31 bilhões.
  • O déficit de 2025 (0,48% do PIB) é muito menor que os de 2015-2016 (2,0% a 2,6%) ou de 2023 (2,09%).
  • O governo central teve superávit de Tesouro e BC de R$ 255,5 bilhões; o déficit vem da Previdência (R$ 317,2 bilhões).
  • A LDO 2025 (Lei 15.080/2024) fixa meta zero com tolerância de R$ 30,97 bilhões; a LDO 2026 (Lei 15.321/2025) fixa superávit de R$ 34,26 bilhões com limite inferior zero.

O que não se sustenta

  • No critério efetivo (sem deduções), nenhuma meta de 2024 ou 2025 foi atingida: déficits de R$ 42,9 bilhões e R$ 61,7 bilhões.
  • O déficit de 2025 foi 32,3% maior em termos reais que o de 2024, e o déficit em 12 meses voltou a piorar em 2026 (0,62% do PIB em agosto).
  • A dívida bruta continuou subindo (78,64% em dez/2025; 82,87% em ago/2026), porque o esforço primário é muito inferior aos juros (7,91% do PIB em 2025).
  • Em 2024 a meta também só foi cumprida com deduções (déficit de R$ 46,3 bilhões antes dos abatimentos, R$ 14,5 bilhões depois, segundo a IFI), ajudada por R$ 29,1 bilhões de dividendos de estatais em nov-dez/2024 e pela antecipação de R$ 32,2 bilhões de precatórios em dez/2023.

Quem é responsável por isso?

Contas públicas
  • Controla: propôs a meta, as deduções e o cálculo do resultado

Quero entender a fundo

O cumprimento formal

A LC 200/2023 (arcabouço) fixou para 2025 meta de resultado primário zero com banda de 0,25 ponto do PIB (cerca de R$ 31 bilhões). O déficit efetivo do governo central foi de R$ 61,69 bilhões (0,48% do PIB), 32,3% maior em termos reais que o de 2024 (R$ 42,92 bilhões). Deduções autorizadas por lei somaram R$ 48,68 bilhões: precatórios excedentes (R$ 41,15 bi), ressarcimento de descontos indevidos do INSS (R$ 2,83 bi), defesa (R$ 2,5 bi) e despesas temporárias de educação e saúde (R$ 2,2 bi). O resultado para a meta ficou em déficit de R$ 13 bilhões (0,10% do PIB), dentro do piso. O 'empoçamento' de R$ 8 bilhões em emendas não gastas também ajudou.

O que dizem os avaliadores

  • IFI: cumprir as metas de 2024 e 2025 'não necessariamente demonstra esforço fiscal'; as deduções acumuladas podem chegar a R$ 157,3 bilhões em 2024-2026; o déficit primário estrutural subiu de 0,7% para 1,4% do PIB em 12 meses até jun/2026.
  • TCU: alertou o governo por mirar o piso da banda em 2025.
  • Tesouro (Ceron): resultado 'muito satisfatório', mas o ideal seria um limite 'sem tantas exceções'.

2026

O Relatório do 4º bimestre elevou o déficit efetivo projetado de R$ 52,0 para R$ 80,9 bilhões; com deduções de R$ 67,29 bilhões, o resultado para a meta (superávit de 0,25%) ficou em déficit de R$ 13,65 bilhões, exigindo contingenciamento de R$ 13,6 bilhões. Em 2024 a meta também foi considerada cumprida formalmente, com déficit efetivo de R$ 42,92 bilhões 'puxado pelas enchentes no Rio Grande do Sul'.

Perguntas frequentes

A LC 200/2023 fixa a cada ano um resultado primário (receitas menos despesas, sem juros) para o governo central, com banda de 0,25 ponto do PIB, e limita o crescimento real da despesa a 70% do crescimento da receita (entre 0,6% e 2,5%).

Por decisões do STF (2023) e pela EC 136/2025, precatórios excedentes podem ser pagos fora do limite e da meta; em 2025 foram R$ 41,15 bilhões deduzidos e para 2026 há R$ 55,1 bilhões autorizados fora do cálculo.

Sim. O teto de gastos (EC 95/2016) foi alterado pelas EC 109, 113, 123 e 126 entre 2021 e 2022, abrindo dezenas de bilhões (R$ 145 bilhões só na PEC da Transição).

Porque a meta é primária e os juros (R$ 1 trilhão em 2025) ficam fora dela. A IFI calcula que seria preciso superávit de 2,1% do PIB ao ano para estabilizar a dívida.

O que outras agências disseram

  • Lupa
    Veredito original: “FALTA CONTEXTO para a frase de Lula 'primeira vez com resultado positivo' (déficits de R$ 47,6 bi em 2024 e R$ 61,6 bi em 2025)” · 18/10/2026
    Ler a checagem
  • Lupa
    Veredito original: “VERDADEIRO para 'apresentamos um orçamento com superávit de 0,1%' (PLOA 2027: R$ 18,6 bi, 0,13% do PIB); FALSO para 'ficou um déficit de 2,8%'” · 18/10/2026
    Ler a checagem

Fontes

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
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  6. 6
  7. 7
  8. 8
  9. 9
  10. 10
  11. 11
  12. 12
    Planalto – Lei 15.080/2024 (LDO 2025)
    Oficial · acesso em 21/10/2026
  13. 13
    Planalto – Lei 15.321/2025 (LDO 2026)
    Oficial · acesso em 21/10/2026
  14. 14
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Para ir além

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Verdadeiro

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Flávio / PLFlávio Bolsonaro
Falta contexto

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Somando os resultados do governo central pelo Tesouro, Bolsonaro acumulou −R$ 827,0 bilhões em 2019-2022 e Lula 3 −R$ 333,1 bilhões em 2023-2025 (−R$ 414 bilhões com jan-jul/2026), mas 90% do déficit de Bolsonaro é o ano da pandemia (2020, −R$ 743,3 bilhões); excluído o choque da Covid, os dois governos ficam próximos, e a dívida bruta subiu 11,2 pontos do PIB sob Lula 3 contra queda de 3,6 pontos sob Bolsonaro.

Lula / PTMinistério da Fazenda (nota oficial)
Falso

“Eu peguei o país com déficit de 2,8% do PIB”

Em 2022, último ano do governo Bolsonaro, o governo central teve superávit primário (R$ 46,4 bilhões, 0,46% do PIB, pelo Tesouro; R$ 54,1 bilhões, 0,5%, pela Lupa) e o setor público consolidado superávit de 1,25%; o déficit de cerca de 2% do PIB (R$ 228,5 bilhões) é o de 2023, primeiro ano de Lula 3, inflado por R$ 92,4 bilhões de precatórios.

Lula / PTLuiz Inácio Lula da Silva
ExageradoVerificação pendente

“O Lula quebrou o Brasil”

Nenhum indicador objetivo de colapso (calote, hiperinflação, crise cambial, depressão, rating de default) aparece nos dados de out/2026; o que os números sustentam é uma deterioração fiscal real (dívida bruta em máxima da série e déficits primários) e inflação acima do teto da meta em 2024-2025, ao lado de desemprego mínimo, PIB em máxima e exportações recordes.

Flávio / PLFlávio Bolsonarodata não verificada

Atualizado em

Histórico de alterações
  • — publicação
  • — enriquecimento rodada 2: metas das LDOs 2025 e 2026 no texto legal, deduções de 2024 (IFI RAF 96), precatórios SIOP, rigidez do limite, Lupa 18/10
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